Cafés por aí: Urbe Café

Mais um post de lugarzinho para comer e beber que vocês tanto gostam! \o/

No carnaval saí para almoçar e aproveitei para dar mais um check na minha lista de cafés que pretendo visitar.

Fui com amigos no Urbe Café, super comentado e referência para amantes da cafeína. O Urbe Café fica na  R. Antônio Carlos, 404 – Consolação. 😉 

O local tem decoração ~trendy~ dos cafés daqui de São Paulo: estilo rústico industrial, mesas de madeira, parede de giz, grafite na outra parede… esse mood “descolado e cool” que vocês sabem.

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Para comer, eu pedi um sanduíche de porco desfiado, com coentro, cenoura, numa baguete e acompanhava maionese temperada, tipo um molho tártaro. Achei o preço bom pelo prato servido, o pão era muito crocante e bem recheado.

Meu namorado pediu um hambúrguer de salmão defumado, com cebola roxa, cream cheese e rúcula, no brioche. Era sensacional! De longe, o melhor prato da mesa. Só tenho um ponto específico para falar: o tamanho. O hambúrguer era bem pequeno, confesso que ficamos um pouco decepcionados quando vimos aquele mini hambúrguer chegando. Os lanches saíram na faixa de R$30.

lancho

Minhas amigas pediram massas. Uma foi de ravioli recheado com mussarela de búfala, ao molho sugo, com azeitonas pretas e manjericão; a outra foi de spaghetti de abobrinha ao molho sugo com falafel. Comentário delas: “spaghetti de abobrinha estava um pouco salgado. O ravioli estava ok.” As massas saíram na faixa de R$30 também.

massas

Para finalizar, pedimos um café coado (❤) com o Grão 01 da casa. Era bem gostoso, “acidinho e doce” do jeito que eles prometem. Minha amiga expert em espresso pediu um e gostou bastante.

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De sobremesa, pedi o bolo gelado de coco. Era uma delícia, mas não achei que valia o preço – uns R$7. E desculpem que esqueci de tirar foto. 😛

Sobre o atendimento, senta que lá vem história…

Quando cheguei no Urbe, logo me interessei pelos cafés em grãos – já que ganhei um moedor e tô amando tomar café moído na hora ❤ -, chamei o barista, perguntei sobre a origem dos grãos, tipos e preços. O barista Murilo me explicou tudo que perguntei e me informou que os Grãos 01, 02 e 03 custavam R$19, R$25 e R$35, nesta ordem.

Na hora de pagar, pedi um Grão 01 e na conta veio custando R$25. Chamei o barista, questionei o valor e o cara não demonstrou o mínimo interesse em resolver o problema, inclusive disse que ele fala o preço a todo momento aos clientes, que eu poderia ter ouvido errado, me confundido e que eu não era obrigada a levar o café.

E detalhe: preço dos pacotes não estava escrito em nenhum lugar – POIS É. Nem no cardápio, nem na parede de giz, nem no display dos produtos. A única forma de se obter (e confiar) essa informação era no boca a boca. Erro rude para um estabelecimento que vende produtos, convenhamos.

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Enfim, foi bem chato. Eu não levei o tal do Grão 01 e digo que, como cliente, a situação ficou bem desconfortável e eu não recomendaria o local, apesar de ter comido bons (não excelentes) pratos e experimentado bons cafés.

Para mim, um bom atendimento vale muito na experiência. Acho que esse tópico vale um outro post de reflexão. Escreverei em breve, prometo. :*

Se vocês forem ao Urbe, já foram, tiveram boas/más experiências, me contem nos comentários. Experiência boa é experiência compartilhada. 😉

Um beijo!

 

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Café por aí: KOF – King of the Fork

Esse é mais um post da série “Café por aí”, série aqui do blog em que conto um pouco da minha experiência em cafeterias que visito.

Fui finalmente conhecer o KOF – King of the Fork, cafeteria comentadíssima pelos cookies e super postada no instagram pela temática de coffee bike em Pinheiros.

O lugar é típico americano-hipster, há um estacionamento para bicicletas na porta, uma mesa comunitária bem grande na parte externa e algumas mesinhas pequenas na parte interna. Os pedidos são feitos no balcão, como na maioria das cafeterias. 🙂

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Adorei a decoração! Gosto muito do estilo industrial, cinza, tubulações aparentes e tal.

Fui em uma quinta-feira tomar café da manhã, eu e meu namorado pedimos um espresso, um macchiato, uma torrada com manteiga, um pão de queijo e um cookie.

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O cookie era bem gostoso. Alto, macio por dentro, bordas crocantes, massa amanteigada e bem recheado com gotas de chocolate. A torrada era ok: pão integral tostadinho com manteiga e manteiga extra para passar na hora. Pão de queijo comum, sem nada demais.

O cookie saiu uns 7 reais, o pão de queijo uns 4 reais e o pão tostado uns 6 reais. O preço do cookie e do pão de queijo estavam numa média em se tratando de cafeteria cool, São Paulo e Pinheiros. O pão tostado eu realmente não achei que valia o preço. Fuén 1.

Sobre o café: há um tempo atrás, um barista me aconselhou a visitar cafeterias e sempre pedir o espresso do local por uma simples razão: a receita é a mesma em qualquer lugar do mundo.

O macchiato era bom, mas o espresso decepcionou: veio frio e ácido. Tivemos que ir até o balcão e pedimos pra trocar, achei um erro meio grave para um estabelecimento especializado em café. Fuén 2.

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Enfim, minhas impressões sobre o atendimento e produtos não foram boas, esperava mais de um café tão comentado por aí. #sinceridades

Se você já visitou o KOF, deixe aqui nos comentários, por favor. Vou adorar saber a opinião de vocês. 😉

 

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Hello, 2017.

Era para eu ter escrito um post com o balanço de 2016. Fato é que eu terminei 2016 tão esgotada mentalmente que este post não rolou. O ano virou, já estamos vivendo a segunda semana de 2017 e o post finalmente saiu.

2016 foi um ano divisor de águas, rolou tormenta e rolou calmaria – como todo ano, afinal. Dois mil e dezesseis não foi exceção.

Foi o ano em que bati no peito e decidi o que queria fazer da vida profissional – e escrevi uma série sobre isso, aqui -, foi o ano em que aprendi demais sobre essa nova área e o ano em que agradeci diariamente por estar onde eu sempre quis estar. E claro, passei a acreditar mais fielmente na máxima da vida: “no final tudo dá certo”.

Passei a pagar mais contas, a pesquisar preços, a negociar e a lidar com burocracias bancárias de gente madura, mas não sei o quão madura eu me considero. Tomei nota das primeiras lições sobre saúde financeira e aprendi que ter controle sobre o dinheiro traz tranquilidade.

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2016 também foi o ano em que a tormenta veio e eu descobri a depressão. Passei uns 6 meses vivendo dias cinzas. Levantar pela manhã, correr no parque, encontrar pessoas, comer, dormir e outros afazeres ultranormais se tornaram verdadeiros fardos.

Um dia, tirando motivação de onde não tinha, fui correr no parque como normalmente faço e desabei a chorar. Chorei muito. Sentei em um banco com o meu namorado e conversamos. Minha saúde mental estava em frangalhos. Procurei profissionais, fui medicada, sigo em tratamento, sempre de cabeça erguida e com vontade de tornar os dias menos cinzas e com mais disposição.

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Engordei alguns quilos em virtude do tratamento, mas não me abalei por isso. Mais vale a saúde mental em dia do que um corpo mais magro. Voltei a praticar corrida e sei que aos poucos chego lá – e hei de chegar! 2017 tem meia maratona pela frente.

Conheci gente demais, me aproximei de alguns, cortei contato com quem não fazia sentido e tenho vivido um pouco mais seletiva – acho que é o tal “tô ficando velho pra isso”, né? Pois é.

Passei a virada de ano sem muitos desejos, sem aquelas expectativas & resoluções de ano novo. Acho que “cabeça limpa” define bem o meu momento. O que vier será bem vindo. <3

Agora sim: sem olhar para trás, feliz ano novo. 😉

ocean air & salty hair • 🌊👙💦🍹⚓🌅

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