Um café amargo, por favor

Há uns 10 anos atrás, lembro que uma amiga natureba da minha mãe tomava café sem açúcar e eu achava um absurdo. Depois de uns anos, trabalhei com uma moça que também tomava café sem açúcar. Ambas diziam que o sabor amargo era mágico, que não conseguiam mais tomar café adoçado e eu continuava achando uma coisa de outro mundo.

Até que eu decidi começar a cortar o açúcar de várias coisas. Das bebidas, das sobremesas e do café. Primeiro reduzi a quantidade de açúcar pela metade e fui reduzindo até conseguir tomar café puro.

O fato é que eu conheci a magia do amargor e virei apreciadora de café.

hario + catuaí vermelho • ☕❤

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Hoje em dia, como quase todas as pessoas que tomam café sem açúcar que conheço, afirmo que não volto a tomar café adoçado.

O açúcar, além de ser um vício do mal pra nossa saúde, engana muito nosso paladar e mascara as notas dos grãos de café.

Segundo os baristas, o café já é um fruto maduro, já tem o sabor peculiar e não precisa ser adoçado. Aliás, vocês sabiam que o amargor na verdade é um defeito do café? Pois é. Explico melhor sobre isso neste post aqui.

É incrivelmente bom acostumar o paladar para cafés bons, vão por mim. 😉

Se quiserem tentar, me contem pelas redes sociais como tem sido a experiência!

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Sobrevivência

Desde a escola eu fui ovelha negra dentre os grupos de amigos e sou até os dias atuais, em que sobrevivo dentre muitos desses grupos – principalmente os do WhatsApp. Parece que rola um código de conduta de ter que participar de alguns grupos, tipo o da família, do trabalho, da galera da faculdade, dos amigos do amigo.

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Eu tenho sérios problemas por gostar de contar o que eu sei sobre algum assunto, dar alguma opinião, tentar me interessar e ser interessante para as pessoas que convivem comigo. Mas não rola ser assim.

Acho uma aspereza muito grande comigo mesma ter que deixar de lado alguma característica da minha personalidade para agradar outrem – ainda mais online, né? Eu tenho um ex-chefe muito sábio que falava: “a gente é obrigado a fazer coisas chatas todos os dias, tipo tomar banho, acordar cedo para trabalhar, pagar contas etc, mas se tem coisa que não te satisfaz e não tem implicação alguma com suas funções vitais, você não tem obrigação de fazer.”. That’s it!

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Os malditos ambientes online estão aí para mostrar o quão intolerantes as pessoas são. No fantástico mundo de Bob das redes sociais todo mundo pode ser diferentão, descolado, piadista e, sobretudo, evoluído a ponto de aceitar tudo. Mas não.

Ali é onde o caos reina e a treta come solta. Todos estão ali com o instinto animal aflorado brigando pela sobrevivência de ideais.

Isso não faz sentido. Vivemos numa época em que toda forma de expressão é válida, em que a aceitação absoluta está em voga e, em meio a isso, as opiniões sinceras são recebidas com grosseria, falta de educação e arrogância. Não dá para entender e nem achar que tá tudo bem.

Tudo bem mesmo é saber falar não quando se deve, saber colocar limites e pedir minimamente por educação e respeito. Afinal, segundo a lição que minha terapeuta me passou, o importante é você agradar a si mesmo antes de querer agradar qualquer outra pessoa. That’s it again. 

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O Revival: Meia Maratona em 2017

Faz um tempo que não falo muito sobre o assunto “fitness” em geral, né?A verdade é que ele ficou meio de lado na minha vida.

Parei de me dedicar aos treinos de corrida e mantive um treino ~de boas~ na academia, às vezes corria/caminhava ~de boas~ no parque, tudo tomou um ritmo mais ~de boas~ porque era o que meu momento pedia.

Eu amava correr. Assim como eu, acho que nenhum corredor nasceu amando correr, mas o hábito da corrida ensina o quanto é bom superar limites, entrar em contato com o nosso interior no momento do treino, curtir o pós-treino e a sensação de endorfina rolando. Eu sentia falta de todo esse pacote de emoções que a corrida me trazia e tinha vontade de voltar ao “lifestyle corredor”, mas faltava algo, faltava motivação para sair da inércia.

Aos 26, já aprendi que nada acontece por acaso e em meio a esse mood inerte, minha amiga querida Diana, uma corredora da po***, me convidou para correr uma meia maratona em abril de 2017 com ela. Logo a do Rio de Janeiro. Logo naquela cidade que eu tanto adoro. Logo minha prova-meta. Logo com boa companhia. Logo aceitei o desafio. 

Foi o pontapé que eu precisava para resgatar o pacote de emoções que estava guardadinho dentro de mim: baixei de novo o app Nike+ e dei uma olhada nos meus treinos antigos. Eu corria mesmo! Nessa semana que passou já mudei de unidade da academia pra ficar mais perto da minha casa, mais prático e menos atentador de furar o compromisso.

Já fiz os treinos programados na planilha e tô feliz da vida com a melhor sensação do mundo: dever cumprido comigo mesma. Meu primeiro foco é voltar a correr (velocidade e volume) como eu corria antes, até o final de 2016.

Espero que vocês curtam acompanhar esse revival da corrida e que incentive bons hábitos em todos nós. o/

Vou postando os updates dos treinos aqui, mas o dia-a-dia fica lá no meu Instagram, ok? Me sigam por lá para não perder: @robertaluglio

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Um beijo disciplinado e com o pacote de emoções resgatado! <3

 

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