tipo Furacão 2000

2018 começou tipo Furacão 2000: elas estão descontroladas.

Tem muita coisa legal acontecendo por aqui, mas ainda não posso falar a marca que tá patrocinando isso, RYSOS. Não tem marca nenhuma, não, gente, é só mandinga da minha cabeça mesmo. MAIS RYSOS.

Mas olha, uma das coisas que tem acontecido e que meu assessor me permite dizer – inclusive encho o peito de orgulho pra falar, é: que coisa do caralho é essa tal liberdade – tá liberado falar do Só Pra Contrariar?

A minha tour atual tem sido redescobrir coisas prazerosas para fazer, que por algum tempo acabei deixando de fazer ou então fazia acompanhada. Meus finais de semana tem sido full time dedicados a mim/euzinha: assisto a um filme bacana, coloco minhas leituras em dia, coloco os vídeos dos meus youtubers favoritos em dia também (millennial, né, mores?), saio para tomar um café delícia em algum lugar, encontro amigos que há tempos eu não via, tomo bons drinks, vou almoçar na casa de alguém, descubro música nova – como eu gostava de fazer isso, MELDELS!!1!1 Minha adolescência foi toda baseada em descobrir música nova nas comunidades do Orkut, nos MySpace da vida e compartilhar cazamiga. Por que caraglios eu parei de ser a freaking-buscadora-de-músicas? Eu não sei.

sozinha

Aliás, aproveitando o momento, olhem só as indicações ao Oscar Caneca meio Cheia de Janeiro:

– Filme: Lion – lindo, lindo, lindo! Tem no Netflix.

– Música/Álbum: New Found Glory – Sticks and Stones (álbum antigo, mas muito amor)

– YouTuber: tô amando os vídeos da Luisa Accorsi. Tão inteligente, fina, elegante e meiga que afe. ❤

– Livro: tô terminando a biografia da Rita Lee ainda, acreditam?

 

Além de tudo isso, voltei a me exercitar for real. Já to praticando uma rotina de treinos desde a última semana de Dezembro e ela consiste em: treinos funcionais, corrida e bike. Amo.

Ainda nessa vibe all by myself, nos próximos 5 dias passarei por uma experiência “meio única” na vida: vou viajar sozinha para o Rio de Janeiro. Meio única porque já viajei sozinha, claro, muitas vezes (vide as idas e vindas há 8 anos da casa dos meus pais no interior) e também já fui várias vezes para o Rio de Janeiro, mas não como agora. Sempre tive um motivo, lugar, coisa pra fazer, gente pra encontrar. Dessa vez vai ser total freestyle.

Um dia, à noite, deitada para dormir, estava pensando o que fazer nos tais 5 dias que caíram totalmente do céu e achei que tava na hora de um reset daqueles. No dia seguinte já estava com passagem comprada e hostel bookado.

Foi uma das decisões mais rápidas e mais acertadas que já fiz na vida.

rj

Bem vibes Dora Aventureira e é isso aí.

Se a viagem for sucesso, prometo que volto aqui e escrevo um post contando como foi a experiência. Se for flopada, melhor não, hahahahah.

2018, pode vir furacão que to 110% preparada. ❤

 

*Me segue lá no Instagram para você acompanhar tudo em tempo real!*

 

Facebook Comments
Continue Reading

Do chão não passa

Eu sempre chego na última semana do ano achando que foi o ano mais insano da vida, mais emoções à flor da pele impossível. Aí chega o próximo ano e percebo que foi tudo igual: mais intenso, mais caótico, mais insano, com mais emoções à flor da pele… ou seja, dá sempre pra melhorar ou piorar, depende do ponto de vista. Parafraseando minha migs querida do coração, Diana Stivelberg: “eu não consigo deixar de ser otimista.”.

É isto.

Esse ano foi insano, sim. Foi tempestade de verão combinada com vento noroeste.

storm

A vida estava lá seguindo nos conformes quando de repente o clima fechou com nuvem preta no céu e em instantes caiu aquele toró de alagar a viela, paralisar trem da CPTM e pegar todo mundo desprevenido sem guarda-chuva no passeio.

Eu questionei demais o fato de estar ~ficando velha~ mesmo me achando do comitê revolucionário ultrajovem. Inclusive, esse foi um tema recorrente nos meus posts daqui, sorry not sorry. E está sendo o deste post, vejam bem, huehue. 

Tive amigos (aos montes) casando, amigas grávidas, bebês (aos montes!!) nascendo, amigos mudando de emprego, amigos promovidos, amigos viajando o mundo e tudo que passava na minha cabeça era: “que caraglios estou fazendo da minha vida além de ganhar peso e tentar manter a mente sã? Geral tá aí seguindo o baile e eu recomeçando o baile aos 27 anos.”.

A real é: fodaci geral.

A gente vai percebendo que cada um tem seu tempo e a vida acontece para todo mundo.

No fim, acho que tatu do bem ser Peter Pan mesmo, sempre aparecem pessoas incríveis de onde a gente nem imaginava que vinham e que, se cair, do chão não passa.

falldown

Dá uma raladinha, mas passa. Se passa, como passa. <3

Fechando 2017 com a frase de sempre, de todos os meus posts de ano novo porque sou apegadíssima no meu clichê (e fodaci geral): sem olhar para trás, feliz ano novo.

Besos e até 2018.  ❤

 

Me encontre aqui também:

Instagram 

Facebook Comments
Continue Reading

Seguindo o baile

Já diria Lady Gaga (inclusive em uma das minhas músicas favoritas): It’s been a long time since I came around…

ladygaga

Acabou o BEDA e acabou o blog. Mentira. Não era a intenção, mas foi o que aconteceu.

Eu voltei de férias em setembro e voltei mergulhada de cabeça no trabalho. Gosto muito de trabalhar e isso tem consumido um bocado de tempo da minha vida, por isso o blog ficou abandonado. Precisamos melhorar nisso e não deixar vocês sem conteúdo por tanto tempo, ma bad.

Algumas coisas mudaram por aqui. Algumas coisas que não faziam sentido ficaram para trás, alguns ciclos se encerraram. Tenho vivido dias by my own e com eles tenho aprendido cada vez mais a curtir minha própria companhia: saio para comer algo, para tomar um café, para dar uma volta no shopping, para resolver alguma pendência de casa, para correr no parque, enfim… aquele famoso “seguindo o baile”.

Amadurecer é complicado, mas gratificante ao mesmo tempo.

Eu gosto dessa coisa de envelhecer, sabe? Sou zero apegada à aparência mais nova, tenho 27 anos e gosto de falar que tenho quase 28 (tá chegando, meu aniver é em fevereiro, oras) e cada vez mais estou próxima dos 30. Com muito orgulho. Deus me dibre vibes Adaline – inclusive, recomendo este filme.

adaline

Quando passei por essa situação quando era mais nova e parecia que era o fim da minha existência terrena. E nem foi. E nunca será. A vida sempre continua belíssima, com milhões de oportunidades, com novos ciclos que nos esperam.

Às vezes a gente se desespera um pouco, sofre um bocado, mas no final a gente também aprende que tudo tem seu tempo.

Não sei se esse post fez sentido pra alguém, só sei que eu precisava escrevê-lo.

Prometo voltar antes do próximo cometa Harley passar, tá?

 

Me encontre aqui também:

Facebook | Instagram 

 

Facebook Comments
Continue Reading