O Revival: Meia Maratona em 2017

Faz um tempo que não falo muito sobre o assunto “fitness” em geral, né?A verdade é que ele ficou meio de lado na minha vida.

Parei de me dedicar aos treinos de corrida e mantive um treino ~de boas~ na academia, às vezes corria/caminhava ~de boas~ no parque, tudo tomou um ritmo mais ~de boas~ porque era o que meu momento pedia.

Eu amava correr. Assim como eu, acho que nenhum corredor nasceu amando correr, mas o hábito da corrida ensina o quanto é bom superar limites, entrar em contato com o nosso interior no momento do treino, curtir o pós-treino e a sensação de endorfina rolando. Eu sentia falta de todo esse pacote de emoções que a corrida me trazia e tinha vontade de voltar ao “lifestyle corredor”, mas faltava algo, faltava motivação para sair da inércia.

Aos 26, já aprendi que nada acontece por acaso e em meio a esse mood inerte, minha amiga querida Diana, uma corredora da po***, me convidou para correr uma meia maratona em abril de 2017 com ela. Logo a do Rio de Janeiro. Logo naquela cidade que eu tanto adoro. Logo minha prova-meta. Logo com boa companhia. Logo aceitei o desafio. 

Foi o pontapé que eu precisava para resgatar o pacote de emoções que estava guardadinho dentro de mim: baixei de novo o app Nike+ e dei uma olhada nos meus treinos antigos. Eu corria mesmo! Nessa semana que passou já mudei de unidade da academia pra ficar mais perto da minha casa, mais prático e menos atentador de furar o compromisso.

Já fiz os treinos programados na planilha e tô feliz da vida com a melhor sensação do mundo: dever cumprido comigo mesma. Meu primeiro foco é voltar a correr (velocidade e volume) como eu corria antes, até o final de 2016.

Espero que vocês curtam acompanhar esse revival da corrida e que incentive bons hábitos em todos nós. o/

Vou postando os updates dos treinos aqui, mas o dia-a-dia fica lá no meu Instagram, ok? Me sigam por lá para não perder: @robertaluglio

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Um beijo disciplinado e com o pacote de emoções resgatado! <3

 

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Emagrecer não é…

1. Acreditar em shake “emagrecedor”

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E substituir refeições por eles.

 

2. Pular refeições

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E achar que está economizando calorias.

 

3. Fazer mil horas de aeróbico e depois comer como se não houvesse o amanhã

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4. Viver de chás 78 ervas e à espera de um milagre 

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Ok, tem propriedades terapêuticas, hidrata, é bacaninha. Mas o sucesso do emagrecimento não é feito somente de chás.

 

5. Seguir dieta à risca de segunda à sexta e enfiar o pé na jaca no final de semana

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6. Enxergar uma migalha e comer uma montanha

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Se isso acontece com você, é altamente recomendável que você procure um psicólogo.

 

7. Se entupir de “snacks saudáveis”

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(fonte: imagem reprodução)

 

Esqueça os industrializados. Prefira os alimentos in natura. #comidadeverdade sempre. 😀

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Prazeres doentios do CrossFit

Eu nunca pratiquei CrossFit, não sinto vontade e digo que essa moda está longe de me pegar. Esse texto, portanto, é de opinião pessoal de quem vê a prática do esporte de fora. E pior: nas redes sociais.

Na minha concepção quase que primária sobre a modalidade, o CrossFit é um esporte praticado em boxes especializados, com estruturas simples como barras, pneus, caixas e cordas, inspirado em treinamentos militares aplicado aos soldados dos EUA.

Newer+Box

Como eu disse, vendo os depoimentos, fotos, vídeos de fora, percebo que se trata de um treinamento de alta intensidade, praticado por pessoas comuns que visam melhorar o condicionamento físico, força, resistência e por aí vai.

Assim, me sinto suficientemente experiente para dizer que qualquer esporte praticado com amor e dedicação garante melhoras ao corpo e não somente a exaustão máxima do CrossFit faz isso por você. Eu sou prova viva disso, a musculação tradicional e a corrida mudaram minha vida, como vocês que me acompanham bem sabem.

Acho importante dizer isso porque em tempos de “verdades absolutas” propagadas a todo instante nas redes sociais, deve ter muita gente por aí acreditando que o CrossFit é o esporte dos milagres, traz o corpo das famosas, o tônus ideal, o shape da capa de revista.

 

Na minha visão de alguém não-profissional de educação física, de alguém que pratica atividades físicas diariamente há 2 anos, vejo o CrossFit como um risco para a saúde de muitos corpos ali.

  1. Vejo pessoas agachando/saltando (esse é o tal do Snatch?) com barras surpreendentemente pesadas e penso no tanto que a lombar e os joelhos daquela pessoa devem ser fortes para aguentar o impacto.
  2. Vejo pessoas declarando em seus posts que: “o treino foi tão bom que quase vomitei”.
  3. Vejo fotos de mãos sangrando e ferimentos abertos com legendas de “treino hard”.
  4. Vejo pessoas fadigadas, que quiseram dar uma pausa e os colegas de treino ~gentilmente~ as incentivaram continuar porque esse é o espírito do CrossFit: a superação.

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Além do conteúdo imagético exposto a quem quiser ver, existe ainda uma cultura linguística para entrar no clubinho do CrossFit: squat, WOD, snatch, push up, climb, whatever, passam a fazer parte do dia a dia de quem “vai pro box”.

Cara, eu faço WODs, squats, pushs na academia, no parque e até mesmo na sala da minha casa. Não acreditem vocês que foi o CrossFit que trouxe essas inovações mágicas pro mundo fitness. 

 

Bom, sei lá. Eu não consigo achar isso saudável. Não me inspira nem um pouco e muito pelo contrário, acho opressor. Para mim, está longe de ser esporte com um nível coerente de superação.

A intenção desse post não é soar uma ofensa aos praticantes de CrossFit. Se esse é seu esporte da vida, é o que te faz feliz, vá em frente. Mas, como autora do blog, deixo registrado que a minha intenção aqui é alertar sobre os riscos da atividade àqueles que veem o CrossFit como algo super cool.

Antes de entrar de corpo e alma no hype, é bom ter um pouco de consciência e avaliar se está mesmo disposto e com saúde suficiente para a colocar o corpo pra jogo de forma tão arriscada.

 

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