Emagrecer não é…

1. Acreditar em shake “emagrecedor”

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E substituir refeições por eles.

 

2. Pular refeições

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E achar que está economizando calorias.

 

3. Fazer mil horas de aeróbico e depois comer como se não houvesse o amanhã

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4. Viver de chás 78 ervas e à espera de um milagre 

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Ok, tem propriedades terapêuticas, hidrata, é bacaninha. Mas o sucesso do emagrecimento não é feito somente de chás.

 

5. Seguir dieta à risca de segunda à sexta e enfiar o pé na jaca no final de semana

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6. Enxergar uma migalha e comer uma montanha

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Se isso acontece com você, é altamente recomendável que você procure um psicólogo.

 

7. Se entupir de “snacks saudáveis”

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(fonte: imagem reprodução)

 

Esqueça os industrializados. Prefira os alimentos in natura. #comidadeverdade sempre. 😀

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Prazeres doentios do CrossFit

Eu nunca pratiquei CrossFit, não sinto vontade e digo que essa moda está longe de me pegar. Esse texto, portanto, é de opinião pessoal de quem vê a prática do esporte de fora. E pior: nas redes sociais.

Na minha concepção quase que primária sobre a modalidade, o CrossFit é um esporte praticado em boxes especializados, com estruturas simples como barras, pneus, caixas e cordas, inspirado em treinamentos militares aplicado aos soldados dos EUA.

Newer+Box

Como eu disse, vendo os depoimentos, fotos, vídeos de fora, percebo que se trata de um treinamento de alta intensidade, praticado por pessoas comuns que visam melhorar o condicionamento físico, força, resistência e por aí vai.

Assim, me sinto suficientemente experiente para dizer que qualquer esporte praticado com amor e dedicação garante melhoras ao corpo e não somente a exaustão máxima do CrossFit faz isso por você. Eu sou prova viva disso, a musculação tradicional e a corrida mudaram minha vida, como vocês que me acompanham bem sabem.

Acho importante dizer isso porque em tempos de “verdades absolutas” propagadas a todo instante nas redes sociais, deve ter muita gente por aí acreditando que o CrossFit é o esporte dos milagres, traz o corpo das famosas, o tônus ideal, o shape da capa de revista.

 

Na minha visão de alguém não-profissional de educação física, de alguém que pratica atividades físicas diariamente há 2 anos, vejo o CrossFit como um risco para a saúde de muitos corpos ali.

  1. Vejo pessoas agachando/saltando (esse é o tal do Snatch?) com barras surpreendentemente pesadas e penso no tanto que a lombar e os joelhos daquela pessoa devem ser fortes para aguentar o impacto.
  2. Vejo pessoas declarando em seus posts que: “o treino foi tão bom que quase vomitei”.
  3. Vejo fotos de mãos sangrando e ferimentos abertos com legendas de “treino hard”.
  4. Vejo pessoas fadigadas, que quiseram dar uma pausa e os colegas de treino ~gentilmente~ as incentivaram continuar porque esse é o espírito do CrossFit: a superação.

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Além do conteúdo imagético exposto a quem quiser ver, existe ainda uma cultura linguística para entrar no clubinho do CrossFit: squat, WOD, snatch, push up, climb, whatever, passam a fazer parte do dia a dia de quem “vai pro box”.

Cara, eu faço WODs, squats, pushs na academia, no parque e até mesmo na sala da minha casa. Não acreditem vocês que foi o CrossFit que trouxe essas inovações mágicas pro mundo fitness. 

 

Bom, sei lá. Eu não consigo achar isso saudável. Não me inspira nem um pouco e muito pelo contrário, acho opressor. Para mim, está longe de ser esporte com um nível coerente de superação.

A intenção desse post não é soar uma ofensa aos praticantes de CrossFit. Se esse é seu esporte da vida, é o que te faz feliz, vá em frente. Mas, como autora do blog, deixo registrado que a minha intenção aqui é alertar sobre os riscos da atividade àqueles que veem o CrossFit como algo super cool.

Antes de entrar de corpo e alma no hype, é bom ter um pouco de consciência e avaliar se está mesmo disposto e com saúde suficiente para a colocar o corpo pra jogo de forma tão arriscada.

 

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Bio Ritmo x SmartFit: qual vale mais a pena?

Quem me acompanha há um tempo já deve ter visto nas minhas redes sociais que eu treinava na academia Bio Ritmo, unidade São Bernardo do Campo. Por várias questões, tive que sair e procurar uma outra academia. Nessa mudança encontrei a Smart Fit e já faz uns 8 meses que treino lá.

Como já usufrui dos produtos e serviços das duas empresas (não sei se vocês sabem, mas as duas empresas pertencem ao mesmo dono), resolvi escrever um post contando minha experiência e compartilhar aqui com vocês.

 

1. Produto e Serviço 

Primeiramente, o produto entregue da Smart Fit. Tudo o que você encontra é uma sala de musculação com aparelhos disponíveis e um professor para te passar um treino maomeno, para você tocar o barco sozinho.

O professor até fica andando pela academia, mas infelizmente não dá para dizer que ele corrige os alunos, ensina a execução correta dos exercícios etc. Pelo menos nas Smart Fits que eu frequentei, nunca vi os professores super pro-ativos com os alunos. É… :/

É uma academia bacana para quem já treinou acompanhado de profissional e tem noção do que está fazendo.

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(fonte: imagem reprodução)

Já a Bio Ritmo, além do produto entregue, ou seja, uma estrutura cheia de equipamentos de última geração disponíveis para você, ela ainda fornece serviços: aulas rolando o dia todo, de vários tipos de atividades: bike, dança, luta, funcional, yoga, pilates, surf (!!), entre outras.

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(fonte: imagem reprodução)

Além disso, a Bio Ritmo fornece aos alunos alguns programas de treino, conforme o objetivo desejado, chamado Face to Face. Esse sim rola um acompanhamento do professor ensinando a execução correta dos exercícios, do seu lado. É muito bacana, principalmente para quem está começando a treinar e não tem muita noção de musculação. Mas, né… tudo tem seu preço, rs.

 

2. Preço

Falando em preço, a outra diferença crucial entre elas, é o preço. A Smart Fit, “a academia inteligente”, inteligentemente criou somente dois pacotes para você escolher e se matricular. Menos é mais, meus caros. 

Um pacote te permite treinar em apenas uma unidade (na qual você se matriculou, chamado Plano Smart) e o outro pacote te permite treinar em qualquer Smart Fit do Brasil (Plano Black). Os preços variam de acordo com a unidade, mas sempre em torno de 50 a 80 reais/mês. São preços bem honestos para se pagar em academia.

A Bio Ritmo tem diversas tabelas de preço x período de contrato e cada variante altera o preço do pacote. Mas, de forma geral, mensalmente, na Bio Ritmo você deixa no mínimo 200 reais.

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(fonte: imagem reprodução)

 

3. Estrutura

A Bio Ritmo, sem dúvidas, preza por uma qualidade de de aparelhos, equipamento, arquitetura, banheiros, iluminação etc.

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Banheiro de alguma Bio Ritmo (fonte: via)

A Smart Fit nem tanto. Já visitei algumas unidades da Smart e, sinceramente, algumas delas são bem caídas, outras são melhorzinhas – felizmente, a unidade em que eu treino é uma das unidades-modelo do ABC. Bingo! 😀

 

Conclusão

As duas tem suas vantagens e desvantagens, tudo depende de quanto você está disposto a pagar.

Eu estou muito feliz pagando 60 reais para treinar na Smart Fit, pois atualmente é o que cabe no bolso e o que se adequa aos meus objetivos (musculação e corrida). Os meus treinos são prescritos por um personal de fora da Smart Fit. Eu me adaptei muito bem ao estilo de treino dele.

Sinto falta das aulas? Sim, de algumas, principalmente das de spinning. </3

spinning

(fonte: imagem reprodução)

E você, treina em alguma academia dessas? Me conte sua opinião também! 😉

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