Em um relacionamento aberto com a corrida

Em 2014 eu corria muito e tinha o maior orgulho de falar sobre e viver intensamente a vibe maluca que é a corrida. Um dia sedentário, no outro um atleta de verdade. É assim que os corredores se sentem.

Sair de casa para correr é quase um ato heroico para provar a si mesmo de que é capaz do que quiser. Era assim que eu me sentia.

Depois de feita a atividade física, bate um mix de dopamina, serotonina e sei lá qual -ina a mais que proporciona um barato muito louco. Bem estar, felicidade, alegria e muitas outras dorgas naturais do próprio corpinho. Era assim que eu me sentia.

Rodar muitos k’s, baixar pace, bater RP, quebrar na prova e muitas outras gírias faziam parte do meu dia-a-dia e hoje em dia não fazem mais. Eu não me sinto mais assim.

2015 foi um turbilhão emocional na minha vida e isso fez com que minha vida atlética fosse afetada também. Mimimi? Alguns dirão que sim. Mas pra mim corrida é vontade, é tesão, é motivação, é inspiração pura. E isso fica muito mais fácil de se conseguir quando o emocional está em dia.

Em meio a trancos e barrancos, fui levando a vida de “corredora”, rodando bem menos k’s, sem bater RP nenhum, com pace confortável e quebrando em muitos treinos. Assim eu e a corrida estabelecemos um relacionamento aberto. Sabem… daqueles que rola quando dá?

Reparem que não mencionei as provas de 2015 e quem me acompanha nas redes sociais deve ter percebido que a quantidade de fotos em provas quase foi zero. Durante o nosso relacionamento aberto, descobri que não preciso de prova para querer correr. A busca por uma vida saudável, correndo ou não, vai muito além de ter uma prova foco e uma planilha a ser cumprida.

Todo esse aprendizado com a nova forma de relacionamento foi difícil, me deixou por muitas vezes frustrada, desanimada, desmotivada, mas foi importante. E digo mais: foi excelente.

Foi excelente para eu aprender que não existem regras e que o essencial é estar em constante movimento, seja ele qual for.

Aproveitando o novo ano, fica aqui uma vontade – acho promessa forte demais – para 2016: voltar a vida de corredora à tona, com muita corrida, treinos, provas, hormônios do bem e os amados quilômetros que me deixavam, acima de tudo, viva.

Aprochegue-se mais e com tênis no pé, 2016! 😀

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Os primeiros 5k de 2016: muita dificuldade, ofegante e com a meta de melhorar nos 10k. 😉

 

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Eu na TV Record – influência da mídia no culto ao corpo

Quem me acompanha nas redes sociais viu que eu fiz algumas chamadas para uma matéria do Balanço Geral da TV Record, em que apareci falando sobre dietas malucas e a influência da mídia no culto ao corpo. 

A produção do programa fez uma matéria sobre a nova dieta da modelo Gisele Bündchen, bem restritiva e amplamente divulgada pelos sites, revistas e blogs por aí.

Para contrapor o boom da dieta da modelo e alertar as pessoas sobre o perigo de dietas “das famosas”, a Record entrou em contato comigo para falar sobre o meu processo de emagrecimento, que aconteceu de forma saudável, via reeducação alimentar e atividade física constante.

Vocês que lêem meu blog sabem que eu não apoio e não sigo nenhuma dieta de capa de revista, eu acredito que o saudável e naturalda feira livre mesmo – é sempre o melhor para se obter saúde, seja para quem busca perder peso, seja para quem procura hábitos mais saudáveis como estilo de vida.

Eu já tive experiência com medicamentos para emagrecer (a famosa Sibutraminaaqui o post da minha história! Inclusive, prometo fazer um post atualizado sobre essa história) e não foram nada legais, tive sérios problemas de saúde, como desmaios e convulsões. Por isso, queridos leitores, mais uma vez eu friso: o saudável e natural sempre valem a pena! 😉

Infelizmente a Record não disponibilizou link com a matéria, tenho apenas um vídeo de celular enviado pelo meu amigo, que compartilhei no meu perfil pessoal do Facebook – CLIQUE AQUI PARA VER.

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Obrigada Ingrid, Antônio e Adriano pela produção da matéria! Ficou incrível! E obrigada Bruno Laforé que estava na chefia por trás de tudo! Super grata pela oportunidade! <3

Espero que tenham gostado da reportagem (quem viu) e que incentive alguém a levar uma vida mais saudável, sem neuras e sem crenças falsas em padrões impostos pela mídia.

Beijos televisivos de quem adorou a experiência na frente das câmeras! <3

 

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Receita: Quiche vegetariana light

Recentemente postei a foto dessa quiche no meu instagram (@robertaluglio), vocês gostaram, pediram a receita e aqui está! 🙂

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Massa de grão de bico:

  • 500 gramas de grão de bico
  • Azeite
  • Sal

Deixar o grão de bico de molho de um dia para o outro e cozinhar por 20 minutos na pressão. Deixar esfriar e processar com azeite e sal à gosto.

Modelar a massa em uma forma redonda de fundo removível untada com óleo e farinha de trigo. Assar por 20 minutos em forno a 200°.

 

Recheio de cebola roxa e alho poró:

  • 2 cebolas roxas
  • 2 talos de alho poró
  • Sal e temperos à gosto – eu usei tomilho fresco e ficou ótimo!

Para o refogado, retirar as folhas do alho poró e reservar o talo. Para limpar bem, é só fazer um corte pela extensão dele e abrir bem as folhas embaixo da água corrente. Fatiar em meia lua o alho poró e a cebola. Temperar com sal e pimenta do reino à gosto.

 

Creme da quiche:

  • 3 ovos
  • 250 gramas de ricota (aqui você pode substituir por creme de leite e adicionar queijo ralado, mas como quis deixar a receita menos calórica, eu optei pela ricota)
  • Sal, pimenta do reino e noz moscada à gosto

Processar todos os ingredientes até que se forme um creme homogêneo.

 

Montagem da quiche:

Retirar a massa de grão de bico do forno, adicionar o refogado e em seguida o creme da quiche.

Para decoração, usei meia cebola roxa também fatiada em meia lua e posicionei nas bordas (vide foto). Salpicar orégano, tomilho e um pouco de azeite.

Em seguida, levar para o forno à 200º e assar por uns 30-40 minutos ou até que o creme esteja firme e a parte de cima dourada.

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Gostaram? É uma ótima opção para os vegetarianos e também para os que estão de dieta. Essa quiche é fácil de fazer e magrinha!

Me inspirei nessa receita aqui para esta quiche – obrigada mais uma vez, Gordelícias! 🙂

Se fizerem essa receita, postem nas redes sociais e me marquem para eu poder ver e dar like! Beijo! :*

 

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O mais natureba possível

Oi, gente!

Hoje vim falar um pouco sobre coisas que aprendi com a reeducação alimentar que fiz/faço e que me ajudam muito a ser uma pessoa mais saudável.

Bom, vamos começar do começo. Semana passada vi no snapchat do Dr. Barakat algo que nunca tinha ouvido falar sobre a reeducação alimentar – essas palavrinhas que tanto ecoam pela mente de todo gordinho que quer emagrecer. “Não vou fazer dieta, vou fazer Reeducação Alimentar.”. Ele afirma que a reeducação alimentar funciona bem para pessoas em estágio inicial de mudança de hábitos, é através da R.A. que se cria disciplina de comer de 3 em 3 horas (para que se faça em média 6 refeições diárias), ocorre a adaptação do paladar a novos alimentos, adaptação do corpo com níveis menores de açúcar, sódio e gorduras etc. Eu concordo com tudo o que ele defende e foi assim que fiz no começo do meu emagrecimento, aos poucos fui aprendendo sobre os alimentos e meu corpo.

Eu me considero uma pessoa já “reeducada”, pois já vivo bem com as mudanças alimentares que fiz desde o ano passado e esse modo de vida que levo no meu dia-a-dia não me gera nenhum tipo de sofrimento/obrigação.

Para mim não foi difícil me adaptar à nova alimentação, nunca tive “paladar infantil”, aquela resistência por comer coisas saudáveis, sempre gostei de salada e nunca tive frescura para comer. Sempre comi muitos legumes e verduras, frutas, sucos e minha mãe sempre me alertou sobre “o dano” que as tranqueiras traziam pra minha saúde e raramente comprava junkies em casa. Além disso, desde pequena fiz natação e adoro muito esse esporte! <3

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Como eu disse, o Dr. Barakat tratou bem sobre os estágios da reeducação. Ele também afirma que pessoas já reeducadas conseguem adaptar a alimentação com intervalos maiores e fazer de 4 a 5 refeições por dia. Essa é minha realidade atual e ocorreu de forma natural, hoje em dia não sinto mais tanta fome, já sei o que gosto mais de comer e o que faz meu corpo funcionar legal.

O grande lance que tirei disso tudo foi aprender sobre o que é NATURAL e conseguir aplicar isso na minha rotina. É o tal do #comidadeverdade e ponto final.

Optar por alimentos naturais, ou seja, eliminar os industrializados cheios de aditivos químicos e escolher aqueles “que a terra dá”. Com isso, aos poucos fui virando cada vez mais natureba e trocando minhas compras no supermercado por compras semanais em feiras livres.

Acho a feira livre um dos lugares mais motivadores para ser saudável – desde que você fuja da barraca do pastel e resista à tentação daquela coisa crocante delicinha, hahahaha. Adoro ir à feira, ver os vegetais e escolher os que gosto mais, os que estou com vontade de comer naquela semana e assim vou levando.

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Se eu pudesse deixar algum conselho pros meus filhos e netos seria: “seja natureba”. A saúde agradece, o meio ambiente também e a vida segue mais leve.

Um beijo! <3

 

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5 dias marcantes de corrida

Em um dos treinos em grupo de corrida que fiz esse ano, um rapaz me disse a seguinte frase: “correr é um estado de espírito”. 
Creio que muita gente iniciou na corrida pela mera busca de algum exercício aeróbico para deixar o sedentarismo de lado, até que a coisa foi entrando tão intensamente na pele que depois de um tempo virou estilo de vida. Foi assim com vocês também? rs
Eu me joguei na corrida primeiro porque achava muito legal a energia das provas e também porque me inspirei com os posts da série “Buscando a Medalha” que fiz com a minha amiga Natália Puente (até hoje me emociono ao ler o depoimento dela pós-meia maratona, hahaha). Mas sim, com o decorrer dos treinos, a coisa foi entrando na pele de modo que hoje a corrida faz parte de mim.
Enfim, pensando em toda temática bacanuda que a corrida proporciona, comecei a olhar meus posts no instagram e no blog para buscar treinos e provas que me deixaram bem feliz. Até que tive a ideia de compilar os melhores 5 dias em que corri e que me marcaram com boas lembranças. Vamos lá!
1. Minha primeira prova
Lembro até hoje da ansiedade que fiquei naquela madrugada pré-prova. Não consegui dormir direito, acordei umas 3 horas da manhã e não consegui dormir mais. Eu estava com muito medo de não conseguir finalizar o percurso dos 5k, afinal era minha primeira tentativa em provas de rua. Fiz o percurso todo focada em terminar e terminei. Bem cansada e ofegante. Cruzar a linha de chegada pela primeira vez foi uma experiência única!
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 2. O dia em que corri em grupo
A corrida é taxada de “esporte solitário”, em que você é o seu único amigo e único inimigo. Sim, muitas vezes é de você para você mesmo que a coisa funciona – e eu particularmente gosto bastante de ser um pouco egocêntrica e treinar sozinha -, mas esse primeiro treino com o grupo de corrida da academia me marcou muito.
Primeiro pela quantidade de pessoas unidas por uma única paixão: a corrida; segundo pelo solidarismo prestado pelo Dicler, um senhor médico de quase 60 anos que corre horrores (horrores mesmo, ele é ultramaratonista!) e fez questão de me acompanhar (mesmo caminhando nas subidas). Durante o percurso ele foi me dando conselhos sobre passada, respiração, posicionamento de braços e contou histórias nos mais de 20 anos que ele tem de experiência na corrida. Nesse dia tive contato com o espírito de união que a corrida também é capaz de proporcionar. Puro companheirismo. <3
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3. Meus primeiros 10k
Nas férias de janeiro passei alguns dias com a família no litoral norte de São Paulo. Vou àquela praia desde que me conheço por gente e conheço cada pedaço da orla. Eu sempre olhava a praia de Maranduba com uma vontade absurda de colocar um tênis e sair correndo, pelo menos até chegar ao final dela (na marina onde os barcos param), mas não tinha resistência física para isso, rs. Até que depois de alguns treinos ao longo do ano passado eu tive esse prazer.
Corri por onde passei anos da minha infância, revi paisagens muito familiares para mim, mas que naquele contexto eram paisagens mais do que especiais pelo contato ímpar com a natureza que eu tive naquele momento com meus tênis calçados nos pés e correndo.
Aliás, fica uma observação pessoal: aprendi que correr em paisagens naturais é uma das coisas que mais me satisfaz hoje em dia, renova a alma e as energias! <3
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4. O dia em que corri em silêncio
Recentemente fiz um post aqui no blog sobre o dia em que a música me incomodou e eu – apegadíssima no batidão animador – tirei os fones de ouvido e segui correndo em silêncio. Que sensação diferente e incrível! Pude ouvir melhor minha respiração, coordenar com as passadas e prestar atenção nos sinais que meu corpo dava. O rendimento e o desempenho foram muito melhores e recomendo que tentem fazer isso um dia. 🙂
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5. O meu primeiro contato com a corrida 
Quando larguei o sedentarismo e virei uma pessoa “fisicamente ativa”, eu comecei treinando musculação e exercícios aeróbicos variados das aulas da academia. Prossegui assim por uns 7 meses. Um belo dia fui correr com uma amiga (a Natália que mencionei ali em cima) numa pista de atletismo e vi que conseguia correr mais do que eu achava que conseguia e aí começou toda a minha história com a corrida, rs.
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Bom, esses foram os dias de provas e treinos que mais marcaram para mim.
Gostaram?
Me contem quais foram os treinos ou provas que marcaram a vida de vocês!
Um beijo!

Em um relacionamento sério com a respiração

A respiração é um ato involuntário, que fazemos todos os dias das nossas vidas, o tempo todo, desde que nascemos. Com a vida maluca que levamos hoje em dia, quando mal percebemos o estresse já tomou conta do nosso ser e é somente nessa hora que lembramos de respirar para nos acalmar.
Nesse último final de semana fui convidada pela Josie e pela Denise para fazer um treinamento sobre respiração.
E aí você se pergunta: mas ué, respiração? Por que aprender técnicas de respiração se é algo que faço naturalmente? Existe técnica?
Pois é. Existe!
Olha eu ali respirando concentrada! 😉
Essa técnica é chamada de Rebirth, tem ação físico-psíquica, é feita de forma totalmente consciente, proporciona relaxamento e alivia o estresse com mais eficiência e, além de aumentar a capacidade respiratória, ainda serve como técnica de meditação e também para curar alguns problemas físicos como dores, inchaço (pra mulherada que sofre de inchaço: funciona mesmo! Além de tudo é diurética, hahaha), insônia etc.
Aos atletas de plantão e à galera fitness, essa técnica de respiração vale ouro! O pulmão, assim como qualquer outra parte do corpo, quando exercitado corretamente, aumenta em até um terço a capacidade de absorção de oxigênio comparada à quantidade de oxigênio que respiramos normalmente.
Especialmente os corredores – assim como eu – sabem o quanto é importante ter ar e respirar direitinho durante os treinos, não é mesmo? hahaha
Qualquer atividade física aumenta a necessidade de oxigênio, justamente pela demanda de mais energia aos órgãos todos que ficam em pleno funcionamento durante os treinos. Imagina que incrível poder otimizar a oxigenação e respirar mais? 🙂
Bom, o workshop é aplicado pela Josie e pela Denise todo mês, na região do ABC e em São Paulo capital. Quem tiver interesse em aprender a técnica é só entrar em contato com elas para maiores informações! 😉
Espero que tenham gostado!
Um beijo!

Continue a nadar…

…ou a treinar!
Em divagações dessa semana, o assunto que surgiu me inspirou a escrever sobre o tema: CRIAÇÃO DE HÁBITO.
Quanto tempo leva para “se acostumar” com uma rotina fitness? E a musculação, será que em algum momento da minha vida passarei a gostar dela?
Já li inúmeros artigos sobre o assunto e cada um fala uma coisa. Não sou especialista na área, como vocês sabem, mas tenho o blog para expor minha opinião e experiências pessoais sobre eles, alright?
Pois bem, já ouvi N versões sobre o assunto… Que um hábito se cria depois de ultrapassada a barreira dos 21 dias (ou 3 semanas), ou depois de 3 meses e até depois de um ano. Empirismos à parte, hoje vim falar da minha experiência com a criação do meu hábito de me exercitar diariamente.
Lá no instagram (@robertaluglio – me segue lá!), onde posto diariamente meus treinos, sempre comento sobre meu desamor com a musculação, principalmente com o temido treino de pernas.
Depois de um ano com uma rotina de exercícios regular, ainda digo que a musculação não é minha maior paixão, mas hoje tenho consciência ~e talvez “maturidade fitness”, isso existe?~ de que preciso praticar a musculação quase que diariamente. Sei que é importante o fortalecimento muscular – principalmente das pernoca! – para a corrida que eu tanto gosto, para não correr risco de me lesionar.
Acredito que o meu timing pessoal para criar o hábito e gostar de praticar exercícios físicos de um modo geral, rolou mais ou menos por volta de uns 3 meses. Foram nesses primeiros meses que perdi uma boa quantia de peso e passei a ver resultados reais, o que me motivava pra caramba.
Atualmente, o ritmo de emagrecimento já diminuiu (e eu continuo na luta!), mas o sentimento de satisfação pessoal ao praticar atividades físicas ainda ficou e espero que perdure por um bom tempo, rs.
Um problema-desculpa clássico dos sedentários é a falta de tempo. Olha, venho por meio deste post informar-lhes que corredores amadores, pessoas assim como eu e você, acordam às 4:30 da manhã para iniciar o treino às 5 horas. Tempo é uma questão de organização, determinar algumas horas do dia, seja no começo do dia, seja na hora do almoço, seja no depois do trabalho, para a prática de alguma atividade física prazerosa.
Não tem segredo, o lance é começar, persistir e não desistir que uma hora o hábito passa a fazer parte da rotina. 😉
Um beijo!