Vikings // BEDA #23

Ando viciada em Vikings. Série boa que tem lá na terra abençoada, aka Netflix.

Não assisti Game of Thrones ainda, mas dizem que é parecido, não sei, não sei mesmo. Mas oh, se eu fosse vocês eu assistiria Vikings porque é incrível, tem batalha, tem sangue, tem joguinho, tem intriga, tem dominação, tem aquele caos que todo mundo adora.

Além disso, tem:

rollo

ragnar

lagertha

 

Gentão da porra.

 

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Viver com menos // BEDA #10

Desde que li Marie Kondo “A mágica da arrumação” tenho desapegado cada vez mais fácil das coisas.

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(imagem reprodução)

Para quem não sabe, Marie Kondo criou um método para organizar melhor suas coisas e de tão certo que deu, abriu uma “consultoria” de organização para ajudar clientes.

A gente acumula coisa demais sem sentido que, segundo ela, o acúmulo acontece por apego ao passado ou medo do futuro. Acredito que 99% das pessoas não usa tudo que tem e acaba entulhando os espaços *preciosos* da casa com inutilidades.

Nos últimos tempos me desfiz de roupas que não usava mais porque meu estilo não combinava mais com as peças, me desapeguei de papéis, livros, utensílios de cozinha, itens de decoração etc. Preciso de menos, bem menos.

lixo

Para me ajudar no mindset/lifestyle, eu procurei diversos conteúdos para saber melhor como o minimalismo e o desapego funcionavam. No post de hoje, vou listar para vocês algumas recomendações.

 

Blog/Canal

1. Lar Possível, da Elisa Langsch. Ela também tem um canal.

Pesquisando sobre o tema “armário-cápsula”, acabei encontrando um vídeo dela e também o blog. Gosto muito das dicas que ela dá, tanto sobre estilo, como decoração.

2. Un-Fancy, da Caroline Joy Rector.

A Caroline é do Texas e possui um blog incrível sobre moda minimalista. Ela pratica o armário-cápsula, tem uma seção do blog dedicada para isso e dá várias dicas de estilo.

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3. Suspirare, da Ana Bonfim. 

Conheci o blog dela através do BEDA e adorei o post que ela escreveu sobre 5 coisas que ela deixou de consumir. Vale a pena ler! 😉

4. Canal da Marieli Mallman

A Marieli faz vídeos super divertidos sobre moda sustentável, coisas que podemos desapegar, DIY, bate-papos com café e agora está numa nova fase, pois mudou-se do Sul (não me recordo a cidade, sorry) para São Paulo. 🙂

 

Documentários

1. Minimalism: a documentary about the important things.

Já citei esse doc no post de Favoritos de Julho. Ele é muito bacana e mostra diversas pessoas pelo mundo vivendo no estilo minimalista de forma meio ~extrema. Dentro das devidas proporções da minha vida ainda apegadinha ao conforto do meu lar, dá vontade de colocar a vida dentro de uma mala e sair viajando o mundo, heh. Tem no Netflix.

2. We The Tiny Little House People

Pessoas vivendo em diversos tipos de casa, família, estilos de vida, todas em casas muito reduzidas, com poucos itens. Tem o doc no YouTube! <3

 

Filme

Um dos meus filmes preferidos: Into the Wild (tem no Netflix). Não é exatamente sobre minimalismo, mas mostra o desapego total de padrões sociais e um estilo de vida com 100% de liberdade.

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Tenho vários outros filmes, documentários e livros na minha lista para assistir/ler.

Alguém já viu esses? Tem mais algum para me indicar? Vou adorar saber!

Depois faço um outro post com mais referências atualizadas. 😉

 

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Cinema: Zootopia e o recado bem dado

Este final de semana fui ver “Zootopia” e como fã de desenhos animados, principalmente os da Disney e Pixar, eu não poderia ter achado melhor!

O filme dá o recado muito bem dado sobre questões sociais complexas e polêmicas, como feminismo, corrupção, bullying. oportunidades igualitárias e padrões impostos. Lidar com questões sociais polêmicas não é fácil e a Disney conseguiu (como sempre) fazer isso de forma clara e bem humorada.

O que mais gostei no filme, foi a questão da busca pela profissão dos sonhos, abordada pela protagonista, a coelhinha fofa, inteligente e determinada Judy Hopps. Contrariando seus pais que desejavam um futuro tranquilo na plantação de cenouras da família, Judy saiu do interior e mudou-se para a cidade grande para realizar seu grande sonho de ser uma oficial da Polícia.

Nessa hora ficou clara a importância de identificarmos nossa missão de vida, o motivo que nos faz acordar cedo e felizes para ir à luta. <3

ZOOTOPIA – JUDY HOPPS, an optimistic bunny who’s new to Zootopia’s police department. ©2015 Disney. All Rights Reserved.

Judy se deparou com a realidade de morar sozinha, acordar cedo, dar atenção à família, trabalhar num departamento só de animais homens e ainda lidar com funcionalismo público vagaroso e corrupções dos cidadãos de Zootopia.

Lá, Judy também conheceu Nick Wilde, um sabichão e esperto que tirava vantagem de tudo, até que Judy chega e o faz descobrir valores do bem importantes sobre o caráter de Nick.

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Outro ponto que achei GENIAL em Zootopia foi a referência de outras obras em alguns momentos do filme, como “Breaking Bad” e “O Poderoso Chefão”. 😀

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Adoro quando as produções se inspiram e fazem releituras de obras! Taí um grande exemplo de usar uma referência como inspiração e dar uma cara autoral para o trabalho, sem copiar nas minúcias o trabalho dos outros. 😉 Falei mais sobre isso neste post aqui. 

Filme recomendadíssimo pras crianças, adultos, família, todo mundo. São 2 horas de muita diversão, risadas e lições de vida valiosas. Vale a pena assistir! 😉

Se interessou pelo filme? Confira o trailer:

 

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O melhor do Oscar 2016… na internet

O mundo espera por esse dia e só fala nisso nas redes sociais. Ontem foi noite de Oscar e é claro que a internet não nos decepcionou.

Fiz uma seleção com alguns memes e momentos online do Oscar 2016. 😀

  1. “Divertidamente” ter levado o prêmio de melhor animação de ano. Esse filme foi um dos meus favoritos de 2015 (contei nesse post aqui!) e virou meu desenho animado preferido, sem dúvidas.

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2. “Mad Max: Fury Road” levou vários prêmios e acho que foi merecido. O filme foi muito acertado, ação de qualidade do começo ao fim. Sou #teammadmax! hahaha

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3. Glória Pires perdida comentando no Oscar 2016. Ponto. Fiquem com a voz da internet:

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4. Óbvio e finalmente: Leonardo di Caprio ganhando um Oscar. Dia triste para a indústria de memes.

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Até o urso de “O Regresso” marcou presença. Que noite!

 

5. Invasão nerd com ninguém menos que C3PO, R2-D2 e BB-8. Só pode ser amor! <3

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E vocês, o que acharam das premiações? 🙂

 

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“A Incrível História de Adaline”

Este final de semana fiz algo que fazia tempo que não acontecia: passei a noite de sábado na companhia de mim mesma e foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha semana.

Ouvi músicas, fui para o Starbucks sozinha e assisti filmes que estavam na minha lista há tempos, dentre eles: “A Incrível História de Adaline”.

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Primeiro de tudo: Blake Lively. Que aberração da humanidade é essa mulher? Sempre me encanto pela beleza dela! Maravilhosa, tem o cabelo mais deuso do universo e eu acompanho-a desde Gossip Girl (inclusive, sdds <3).

Adaline Bowman passa por mutações genéticas de modo que o tempo não faz mais efeito sob seu corpo. Vive anos a fio, torna-se uma pessoa ultra sábia e vivida em um corpo de 29 anos.

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Em decorrência disso, vive fugindo, negando sua identidade, não se permite viver intensamente e não se entrega às pessoas que cruzam seu caminho.

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Até que, em uma conversa com a sua filha, decide assumir de vez sua peculiaridade de vida eterna e viver um amor que acabou de conhecer. E QUE AMOR! <3

O novo amor da vida de Adaline era ninguém mais, ninguém menos que Ellis Jones, interpretado Michiel Huisman, um dos personagens de Game of Thrones – não sou uma Throne fan, não sei ao certo quem ele é na série, sorry.

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No desenrolar do filme, ocorre o ponto alto da trama: Adaline conhece a família de Ellis e nota que seus caminhos já foram traçados por ali. Os envolvidos vivem um verdadeiro flashback de emoções – para não dizer um flashback de insanidade -, MUITO BEM transmitido pelo pai de Ellie, Willian Jones, representado pelo icônico Harrison Ford (meu eterno Han Solo! <3).

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Fazia um bom tempo que eu não assistia a um drama tão bom e que mexesse tanto comigo. Roteiro genial, atores escolhidos à dedo, fotografia maravilhosa e a moral da história de que envelhecer é fantástico.

Hoje em dia vivemos um culto à beleza eterna, com tratamentos estéticos à rodo, clínicas que oferecem verdadeiros milagres, botox, plásticas, cremes faciais e esquecemos da verdadeira essência da vida: as marcas da experiência.

O filme está disponível no Netflix e recomendo que assistam. Garanto que serão 90 minutos muito bem aproveitados do dia de vocês. 😉

 

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4 motivos para assistir e gostar de Star Wars

Não se fala mais em outra coisa, pessoas se superam a cada dia fazendo projetos inusitados, as marcas só querem saber de fazer coleções inspiradas em Star Wars.

Todo mundo que me conhece minimamente deve saber que eu sou a maníaca-louca-apaixonada por Star Wars. Recebo marcações mil de amigos sobre tudo que existe de Star Wars por aí (e adoro, viu? Podem continuar! haha).

A saga foi lançada em 1977 por George Lucas e desde então virou um dos maiores sucessos do cinema. Ainda assim, às vezes recebo mensagem de gente que nunca assistiu, não sabe bem sobre a magia geek do Lorde Vader e está provavelmente boiando com esse hype que dominou a internet por conta do sétimo episódio que será lançado dia 17 de dezembro (#ansiosa).

Pensando nisso, selecionei 4 motivos que me fazem fã da saga e vou explicá-los nesse post, na tentativa de convencer àqueles que nunca assistiram aos filmes finalmente assistir e pertencer ao mundo fantástico de Star Wars. Vamos lá? 🙂

PS: para quem já é fã e já assistiu, o post também vale para lembrar o quanto Star Wars é maneiro e se animar para assistir o próximo episódio no cinema! hahaha

 

  1. A saga COMEÇA do quarto filme

Pois é. Uma das grandes genialidades da série é o fato de existirem 6 filmes e os primeiros lançados serem o quarto, o quinto e o sexto – e sim, 90% das vezes em que falamos sobre os filmes informalmente, fazemos essa referência em numerais ordinais; e todo fã entende de qual filme se trata. Esses três filmes foram lançados, respectivamente, em 1977, 1980 e 1983. Os nomes oficiais dos filmes são:

  • Episódio IV – Uma Nova Esperança
  • Episódio V – O Império Contra-ataca
  • Episódio VI  – O Retorno de Jedi

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Depois de 16 anos fazendo sucesso, deixando a galera pirada, George Lucas foi novamente genial e lançou a segunda trilogia: o primeiro, o segundo e o terceiro episódios, em 1999, 2000 e 2003, respectivamente. Os nomes oficiais destes filmes são:

  • Episódio I – A Ameaça Fantasma
  • Episódio II – Ataque dos Clones
  • Episódio III – A Vingança dos Sith

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E o mais incrível dessa quantidade toda de filmes é que “tanto faz” começar pelo quarto ou pelo primeiro episódio. Explico. Digamos que, seguindo a ordem cronológica da vida – em que se nasce, cresce, vive e morre – a ordem para assistir aos filmes é começando pelo primeiro episódio (1, 2, 3, 4, 5, 6).

Começando pelo quarto episódio (4, 5, 6, 1, 2, 3), começa-se logo no core da saga e os Episódios I, II e III funcionam como uma retrospectiva sobre a vida de Darth Vader.

Existem várias teorias sobre esse início, qual seria o começo ideal, qual trilogia complementa a outra etc… só assistindo para saber qual teoria é a sua favorita, hahaha! 😛

Esses dias li neste post a teoria sobre uma ordem mista e achei que faz sentido para quem está revendo os filmes – eu estou revendo os filmes dessa maneira! 🙂

 

2. Os personagens são queridos

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Sério, não tem como não se identificar e não amar aqueles personagens! Tem herói, tem vilão, tem robô, tem seres de raças estranhas, tem nave, tem planeta, tem TUDO.

Esses dias fiquei pensando porque adoramos tanto o R2D2, o C3PO e o Chewie. Eles ajudam os Jedis, são fofos e engraçados o tempo todo! São tipo animais de estimação que dão amor e carinho. <3

Sem contar a relação familiar complexa entre os personagens, que com certeza deve fazer muito sentido no nosso inconsciente, mas deixemos essa questão para Freud explicar, né? 😀

 

3. A Força é algo incrivelmente incrível

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Você provavelmente já deve ter lido por aí a expressão-mor sobre Star Wars: “Que a Força esteja com você”. Em inglês: “May the Force be with you”.

Vamos lá… trata-se de uma expressão que os personagens Jedi (do bem) usam para desejar “sorte” uns aos outros nas batalhas, porque sempre é preciso muita sorte e Força, rs.

Em inglês a frase faz mais sentido, pois além do jargão entre Jedis, adota-se mundialmente o dia 04 de maio como o Star Wars Day, sendo assim: “MAY THE 4TH be with you”. 😉

Eu até hoje tenho dificuldades para explicar O QUE É a Força. Talvez seja o dom de ser incrível e fazer coisas fodas? Talvez seja a habilidade suprema de conseguir salvar a galáxia e vencer batalhas? Talvez seja manipular sabres de luz com maestria e conseguir se salvar dos inimigos?

Não consigo explicar exatamente, mas acreditem, é tudo isso junto e misturado, nascendo dentro de uma pessoa e melhorando cada dia mais conforme é exercitada, rs.

Fazendo uma analogia de mundos nerds distintos, é como se fosse a qualidade de bruxo que o Harry Potter tem e os tios trouxas não tem. Pronto. A Força! hahaha

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4. Darth Vader é o vilão mais incrível e amado que já existiu 

Taí outra coisa difícil de explicar sem dar spoiler monstro e que com certeza é mais uma, se não A MAIOR, das genialidades de George Lucas. Aliás, com o perdão da palavra, acho que a expressão “pica das galáxias” nasceu com o universo de Star Wars para definir Darth Vader, hahaha.

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Como personagem principal da série, todos os episódios retratam a vida de Darth Vader, sua evolução, sua transformação, seus feitos épicos e seu fim.

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Bem, se você é mais um daqueles que ainda não compreende esse universo maravilhoso de Star Wars, espero que esse nem tão breve relato de uma fã apaixonada pela saga faça com que você queira assistir aos filmes.

Só digo uma coisa: vale MUITO a pena. E que a Força esteja com você! <3

Coisas que fizeram meu Netflix valer a pena – outubro/15

Bom, antes de começar queria dizer que não sei qual título dar para este post e soar de forma criativa e bacana, sem parecer clichê… “Coisas” é uma palavra muito COISA e quer dizer qualquer coisa, mas se tô falando de Netflix, acho que vocês entendem que quero dizer sobre FILMES E SÉRIES, não é mesmo? 😀

É claro que é impossível lembrar tudo que este serviço/pacote/alegria da vida já me fez feliz e o quanto foram bem gastas as horas em que passei na companhia dele. Hoje quero indicar a vocês minhas descobertas recentes dessa coisa linda chamada Netflix. <3

1. How to get away with a murder

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PÁRA TUDO! Eu sempre dizia que Prison Break era a série da minha vida, mas hoje venho por meio deste post dizer que o posto de número um foi tomado por essa série maravilhosa! Tem crime envolvido, tem tribunal, tem julgamento, tem casos baphônicos e tem uma advogada poderosa que dá a volta por cima em todos os casos de seus clientes. Como querer mais?

Eu como ex-aluna de uma faculdade de Direito que estagiou por praticamente 4 anos na área criminal, o que tenho a dizer é que amei a série. É mega viciante e inteligente! Vale a pena demais! <3

2. Cowspiracy

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Está preparado para um pé no peito ecológico e humanitário? Este documentário trata de hábitos na alimentação mundial que prejudicam o Planeta Terra, como o consumo de carnes e derivados de leite, recursos gastos com a agrocupecuária e o mal que isso tudo faz pro ecossistema. É polêmico, mas muito informativo! 🙂

Confesso que depois de assistir fiquei considerando em pelo menos cortar a carne vermelha da minha alimentação, já que há um tempo não tem me feito bem, mas isso é assunto pra outro post, rs.

3. The True Cost

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Esse é outro documentário pé no peito que critica tudo o que as mulheres adoram: a moda, o consumismo, o fast fashion e o trabalho escravo de países orientais. É para fazer pensar em até que ponto o marketing e a publicidade influenciam nossas vidas e principalmente nosso comportamento.

Depois de assistir esse documentário eu vejo os vídeos de “comprinhas” que as blogueiras fazem periodicamente com outro olhar.

4. I Am

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Esse é outro documentário, não tão pé no peito quanto os outros, mas que vai pra um caminho um pouco mais nerd sobre a vida, a importância de cada um para o planeta, física quântica e a existência humana. Esse documentário não chega a ser tão “fático” quanto os outros, mas vale a pena pela reflexão que gera na mente.

Acho que vocês perceberam que eu andei na vibe dos documentários ultimamente, né? Tenho adorado assisti-los! São sempre muito informativos e nos fazem parar para pensar nos comportamentos e atitudes que temos no dia-a-dia.

Alguém aí já assistiu algum desses e gostou também?

:*