Ler, economizar e amar

Eu sempre gostei de ler. Recentemente redescobri esse gosto que deixei quieto por um tempo e tem sido maravilhoso. Lembrei o quanto é bom ser dependente de leitura – quiçá, essa deve ser a única dependência boa na vida. Com os livros, os dias nunca ficam vazios e a gente nunca fica sozinho.

É de grande satisfação passar alguns minutos (ou horas) lendo, para terminar o dia com a cabeça no travesseiro pensando na trama lida. Eu vivo muito o que leio, sabe? Entro no cenário, no personagem, gosto de sentir a trama.

Esses dias até inaugurei uma editoria em que falei sobre minha amiga e livros (esse post é daqueles amorzinho de guardar no coração). A amiga me emprestou uma sacola de livros e ainda deixei com ela uma listinha de livros que pretendo ler, caso ela também se interesse e/ou encontre por aí.

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A primeira dica de economia é: tenha amigos leitores por perto. Um clubinho do livro traz sempre conversas ricas e trocas de leituras ótimas.

Aqui está a lista dos livros que pretendo ler e também a segunda dica de economia e de quem é uma caçadora de cupons de desconto para compras online. 🙂

  1. “A Redoma de Vidro” de Sylvia Plath
  2. “Travessuras da Menina Má” de Mario Vargas Llosa
  3. “A Sombra do Vento” de Carlos Ruiz Zafón
  4. “No Coração da Vida” de Jetsunma Tenzin Palmo
  5. “A Máquina de Fazer Espanhois” de Valter Hugo Mãe

Toda vez que busco algum livro para comprar, sempre pesquiso na internet antes de ir na loja física porque os preços das lojas online são, na maioria das vezes, bem menores. Além disso, dia desses descobri um site que disponibiliza cupons para a Saraiva, o que faz a compra valer mais a pena ainda. 🙂

A Cupom Válido, além da Saraiva, disponibiliza cupons de descontos para vários e-commerces bacanas que a gente ama, como Netshoes, Amaro, Leroy Merlin, Nike, Cabify, entre outros. Vale a pena dar uma conferida no site deles antes de fazer qualquer compra online, afinal, uns ~porcento a menos no preço final a gente valoriza. <3

cupons

 

 

Besito! :*

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Penso logo desisto

Eu ando incomodada com o mundo virtual. Estamos vivendo uma era caótica em que pessoas perderam a noção do real e do virtual. E mais, penso que os algoritmos perderam a noção do que fizeram/fazem com as nossas vidas, talvez não tenham noção do alcance doentio catastrófico que fizeram com a sociedade. É louco. Às vezes evito pensar nesse assunto porque desgraça a mente.

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Há uns 3 anos atrás rolou a moda fitness. Se você tinha conta no Instagram e não seguisse uma dieta low carb e praticasse o aeróbio em jejum diariamente, MELDELS, você estava fora da moda.

Daí teve a era foto de comida. Era um tal de taça lambuzada de Nutella, sorvete, palitinho crocante, farofa doce, que nojo, viu.

Sem contar a moda de look do dia que nunca morreu.

Agora o trendy é ter feed de viagem, pra mostrar pro mundo o quão desapegado e aventureiro e cheio de experiências você é. É fotinho do passaporte no aeroporto, fotinho na praia deserta com sorriso no rosto segurando o coco, fotinho com uma mochila nas costas no local turístico que todo mundo vai, blá. Estou dizendo tudo isso mas quero deixar claro que adoro viajar, ok? Me enquadro em todos esses rolês de turistão 100% e curto pra caramba.

Outra moda atual e que eu acho o máximo é a da decoração da casinha. Apartamentos que ganham identidade (e perfil próprio), plantas que são tratadas como gente, animais que ganham vida civil (e também conta com milhares de seguidores).

Penso e quase desisto: até que ponto as pessoas sentem prazer em se expor, sabe?

A real é que tô ficando velha e sem saco pra perfis e algoritmos. Ontem mesmo dei adeus pro Facebook.

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Do chão não passa

Eu sempre chego na última semana do ano achando que foi o ano mais insano da vida, mais emoções à flor da pele impossível. Aí chega o próximo ano e percebo que foi tudo igual: mais intenso, mais caótico, mais insano, com mais emoções à flor da pele… ou seja, dá sempre pra melhorar ou piorar, depende do ponto de vista. Parafraseando minha migs querida do coração, Diana Stivelberg: “eu não consigo deixar de ser otimista.”.

É isto.

Esse ano foi insano, sim. Foi tempestade de verão combinada com vento noroeste.

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A vida estava lá seguindo nos conformes quando de repente o clima fechou com nuvem preta no céu e em instantes caiu aquele toró de alagar a viela, paralisar trem da CPTM e pegar todo mundo desprevenido sem guarda-chuva no passeio.

Eu questionei demais o fato de estar ~ficando velha~ mesmo me achando do comitê revolucionário ultrajovem. Inclusive, esse foi um tema recorrente nos meus posts daqui, sorry not sorry. E está sendo o deste post, vejam bem, huehue. 

Tive amigos (aos montes) casando, amigas grávidas, bebês (aos montes!!) nascendo, amigos mudando de emprego, amigos promovidos, amigos viajando o mundo e tudo que passava na minha cabeça era: “que caraglios estou fazendo da minha vida além de ganhar peso e tentar manter a mente sã? Geral tá aí seguindo o baile e eu recomeçando o baile aos 27 anos.”.

A real é: fodaci geral.

A gente vai percebendo que cada um tem seu tempo e a vida acontece para todo mundo.

No fim, acho que tatu do bem ser Peter Pan mesmo, sempre aparecem pessoas incríveis de onde a gente nem imaginava que vinham e que, se cair, do chão não passa.

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Dá uma raladinha, mas passa. Se passa, como passa. <3

Fechando 2017 com a frase de sempre, de todos os meus posts de ano novo porque sou apegadíssima no meu clichê (e fodaci geral): sem olhar para trás, feliz ano novo.

Besos e até 2018.  ❤

 

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BEDA flawless // BEDA #31

Acabou Agosto, acabou o BEDA. o/

Quando descobri o BEDA e entendi o desafio, eu duvidei que ia conseguir postar até o final. Juro. Um dos pensamentos mais recorrentes na minha mente maldita era: “ah, tranquilo… se não rolar você para de postar. O blog é seu você faz dele o que quiser”. Mas não. Postei os 31 infinitos dias de agosto.

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Nesses 31 dias, tive muitos aprendizados e recompensas maravilhosas. Tão bom fazer algo que a gente gosta. Olhem só.

1. Entendi e aprendi a usar melhor o SEO 

SEO era um bicho de sete cabeças para mim. Sabia que era importante, via as coisas acontecendo (aka pessoas chegando até meu blog), mas não entendi bem o porquê. Pesquisei sobre títulos, metadados, palavras-chave, organizei as páginas internas do blog, categorias, tags, arrumei uns posts antigos e hoje acho que tô melhorzinha nisso, hehe.

2. Me aventurei mais no PhotoShop

O PhotoShop para mim é um bicho de 78 cabeças, sério. Eu tenho ~noções~ de imagem, mas mexendo em ferramentas beeeem menos complexas, mas também que entregam beeeem menos qualidade do que se feito no PhotoShop, hahaha. O BEDA me fez tirar algumas fotos para divulgar os posts no Instagram, tratei as fotos, fiz montagens para postar aqui, enfim. 🙂

3. Descobri gifs e memes incríveis

Afinal de contas, foi uma experiência incrível para alimentar minha pasta que cultivo com muito amor e carinho.

shampoo

esse gif apareceu em 2 posts então significa que significa

4. Escrevi sobre temas mais sérios, mas também escrevi sobre vários nada

Dos temas “sérios”, coloco aqui dois posts úteis: um foi sobre café moído na hora e outro foi sobre shampoos. Dos vários nada, fiz um post sobre meus dias ué.

5. O post mais visto do BEDA

Foi aquele sobre FoMO – Fear of Missing Out, com tweets antigos do Neymar. A internet é maravilhosa, mas ao mesmo tempo desgraça nossa vida, né? :~

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6. Conheci blogs incríveis

Um dos intuitos em escrever pro BEDA, foi o de conhecer blogs do jeito que eu gosto. A blogueiragem do jeitinho antigo, sabe? Antigamente era tão legal quando os blogs eram queridos diários. Descobri blogueiras incríveis, das quais me tornei leitora assídua. Indico para vocês:

7. Recebi comentários de leitores maravilhosos

Own, vocês! ❤

O BEDA foi uma experiência muito bacana, a Roberta de 15 anos ficou muito feliz em escrever “querido diário” para vocês esse mês. A Roberta de 27 prometo não abandonar esse cantinho que eu tanto gosta por tanto tempo, tá? Ela também disse que vai levar o hábito de postar frequentemente como medalha de honra ao mérito por ter participado desse projeto, eheh.

Obrigada pelo carinho de sempre!

 

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Infográficos do café // BEDA #30

Aloka do café chegou de novo! o/

Gosto demais da bebida, compro grãos especiais (me recuso a falar “gourmet” pois ô palavra viralizada uó), moo (como fala moer na primeira pessoa do singular no presente do indicativo?) a quantidade de grãos que vou consumir na hora, preparo minha dose pela manhã e VRAU! Pronta pra viver!

Tenho uma pasta no Pinterest só com referências sobre café. Quem quiser dar uma olhada, é só clicar aqui.

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Fiquei dando uma olhada nesses infográficos e me dei conta de que diminuí o consumo da cafeína naturalmente agora nas férias. O fato de não trabalhar me dá a sensação (meio que inconsciente) de que não preciso estar sempre alerta e posso curtir a vida com mais calma.

Isso poderia acontecer de segunda à sexta, durante 11 meses do ano, né?

Sonho meu.

 

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Egotrip // BEDA #29

Em Julho fui a um encontro de profissionais de conteúdo publicitário. Foi bacana, eram pessoas que trabalham na área, interessadas em ouvir palestras de pessoas que também trabalham na área. Ok.

As palestras começaram com duas mulheres, depois veio um cara, depois outro cara, ok.

Num dado momento do dia, o apresentador do evento anunciou o cara da palestra X, disse que se falaram pela manhã e aquela seria uma das melhores palestras da vida dele. Ok.

Entra o cara. Expectativa da plateia lá em cima. O cara diz que mudou completamente o roteiro da palestra dele naquela manhã porque resolveu ~ouvir a sua intuição~. Estava tudo pronto sobre outro tema, mas ele desistiu, achou melhor seguir por outro caminho.

Começou contando um case de sucesso que a agência em que ele é diretor de alguma coisa fez, contou que ganhou vários leões de Cannes, que ganhou alguns prêmios pelo Brasil, que levou uma unidade de uma agência foda de São Paulo para o Rio Grande do Sul, que ganhou muito dinheiro nesse tempo e que tem todas as justificativas plausíveis para ninguém mais abrir agências de publicidade. Por fim, contou que o grande tesão da vida dele está no negócio recente que abriu com o seu irmão, porque viu propósito, viu que o ramo alimentício hipster (ces tem alguma dúvida de que se trata de hamburgueria?) dá mais dinheiro que qualquer coisa, afinal de contas o irmão tinha vontade de trabalhar e ele tinha grana para bancar o negócio. Fim.

Como pode esse mundão publicitário de meldels faltar tanto divã pro povo despejar essas egotrip?

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Voltar a correr is a big deal // BEDA #28

Quem me acompanha há um tempo sabe da minha história de emagrecimento, está tudo aqui no histórico desse bloguinho e nas minhas redes sociais.

Mas, então, eu engordei nos últimos tempos.

Mais precisamente, de um ano pra cá a coisa desandou e eu engordei bem uns 10kg. Dez fucking quilos.

Os motivos são diversos: muito tempo trabalhando sentada na frente de um computador, alimentação errada, hambúrguer com a galera um dia no almoço, sobremesinha depois, deu fome à tarde desço na padaria e compro pão de queijo quentinho cheirosinho, chego à noite em casa querendo comer as paredes e claro, somado a tudo isso, o tempo para me exercitar é quase inexistente e meus treinos foram ficando de lado.

Não existe mágica.

Temos plena consciência de que não fiz por onde e cá estamos eu e minhas roupas apertadas pagando por isso.

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Às vezes me pego rodando o meu feed do instagram e relembrando os velhos tempos de treinos regulares e alimentação correta. Imagina, eu corria 8k de final de semana na boa – e amava. Cheguei a fazer uma prova de 10km no meu auge. Eu era uma atleta amadora.

Tenho duas justificativas para ter negligenciado os cuidados com o meu corpo: tempo curto e depressão.

A gente fica adulto e o relógio encurta. Moro longe do trabalho e perco algumas horas diárias no trânsito, isso me deixa bem insatisfeita e com vontade de me mudar para algum lugar mais perto para ter mais qualidade de vida.

A depressão trato há um ano e meio mais ou menos. Me deu uma brochada geral, sabe? Mas estamos bem, gente. Estamos tratando para que tudo se equilibre good vibes. ✨

Os fucking quilos me incomodam? Claro que me incomodam. Mas, atualmente prezo por uma mente sã e um corpo com gordurinhas a mais do que o contrário.

Quando descobri a depressão, estava com uns 10 ou 12kg a menos, todo mundo me elogiando dizendo que estava “magrinha”. De que adiantava estar magrinha com a cabeça desgraçada?

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Agora que estou de férias, pretendo retomar os treinos e voltar o hábito de me exercitar diariamente. Assim, na boa, aos poucos, sem pressão. Já voltei a caminhar 30 minutos, fiz isso duas vezes. Os próximos passos são intercalar caminhada com corrida e depois seguir correndo direto. Assim que comecei a correr, assim que vou voltar a correr.


Aguardem os próximos capítulos. 😉

 

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