Multifacetado

Qual tipo de orgulho você pratica?

Hoje estive pensando sobre o que é orgulho, se eu seria uma pessoa horrível se fosse (muito) orgulhosa, o quanto é uma quantidade razoável de orgulho para se ter e como as pessoas orgulhosas lidam com isso. Eu sei, minhas noias vão longe. 

A primeira coisa que me vem à mente é um sentimento pesado, coisa de gente cabeça dura, teimosa, às vezes até arrogante. Também me vem à mente o medo de fracassar, a necessidade de ser invencível. Mas, também consigo pensar na imagem de um vencedor, de gente que bate no peito e admira seus próprios feitos.

Não consigo chegar a uma conclusão ímpar sobre o significado de orgulho.

Para mim, emoções são complexas e não tem uma só versão. O nosso desafio desde o momento em que colocamos o pé fora da cama todos os dias é descobrir novas versões das coisas. Coisas que nos fazem refletir, amadurecer e desvendar facetas. Vivemos dias-prisma, tipo diamantes, com inúmeras facetas, ângulos e brilhos diferentes.

Imagina que dificuldade seria viver dias-moeda, em que só haveria a opção de ser cara ou coroa?

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Acho que não existe uma pessoa com 0% orgulhosa, assim como não existe alguém 0% triste, ou 0% egoísta, ou 0% arrogante, ou 0% qualquer outro sentimento “ruim”. O lago negro (<3) é preciso. Os 27 anos tem sido bem didáticos me ensinando o quão dark side podemos ser.

Às vezes rola um medo de fracassar e ter que voltar atrás de um monte de coisa que decidi/conquistei e aí bate um orgulho chatinho de lidar; ao mesmo tempo que rola um bem-estar enorme por eu estar simplesmente bem e satisfeita com quem eu sou e onde estou. E aí, de novo, bate outro orgulhinho – esse mais agradável.

Para mim, life is it, baby: lidar com as multifacetas, contornar as situações com os diversos ângulos e colocar seu brilho em tudo que estiver ao seu alcance.

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