O mais natureba possível

Oi, gente!

Hoje vim falar um pouco sobre coisas que aprendi com a reeducação alimentar que fiz/faço e que me ajudam muito a ser uma pessoa mais saudável.

Bom, vamos começar do começo. Semana passada vi no snapchat do Dr. Barakat algo que nunca tinha ouvido falar sobre a reeducação alimentar – essas palavrinhas que tanto ecoam pela mente de todo gordinho que quer emagrecer. “Não vou fazer dieta, vou fazer Reeducação Alimentar.”. Ele afirma que a reeducação alimentar funciona bem para pessoas em estágio inicial de mudança de hábitos, é através da R.A. que se cria disciplina de comer de 3 em 3 horas (para que se faça em média 6 refeições diárias), ocorre a adaptação do paladar a novos alimentos, adaptação do corpo com níveis menores de açúcar, sódio e gorduras etc. Eu concordo com tudo o que ele defende e foi assim que fiz no começo do meu emagrecimento, aos poucos fui aprendendo sobre os alimentos e meu corpo.

Eu me considero uma pessoa já “reeducada”, pois já vivo bem com as mudanças alimentares que fiz desde o ano passado e esse modo de vida que levo no meu dia-a-dia não me gera nenhum tipo de sofrimento/obrigação.

Para mim não foi difícil me adaptar à nova alimentação, nunca tive “paladar infantil”, aquela resistência por comer coisas saudáveis, sempre gostei de salada e nunca tive frescura para comer. Sempre comi muitos legumes e verduras, frutas, sucos e minha mãe sempre me alertou sobre “o dano” que as tranqueiras traziam pra minha saúde e raramente comprava junkies em casa. Além disso, desde pequena fiz natação e adoro muito esse esporte! <3

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Como eu disse, o Dr. Barakat tratou bem sobre os estágios da reeducação. Ele também afirma que pessoas já reeducadas conseguem adaptar a alimentação com intervalos maiores e fazer de 4 a 5 refeições por dia. Essa é minha realidade atual e ocorreu de forma natural, hoje em dia não sinto mais tanta fome, já sei o que gosto mais de comer e o que faz meu corpo funcionar legal.

O grande lance que tirei disso tudo foi aprender sobre o que é NATURAL e conseguir aplicar isso na minha rotina. É o tal do #comidadeverdade e ponto final.

Optar por alimentos naturais, ou seja, eliminar os industrializados cheios de aditivos químicos e escolher aqueles “que a terra dá”. Com isso, aos poucos fui virando cada vez mais natureba e trocando minhas compras no supermercado por compras semanais em feiras livres.

Acho a feira livre um dos lugares mais motivadores para ser saudável – desde que você fuja da barraca do pastel e resista à tentação daquela coisa crocante delicinha, hahahaha. Adoro ir à feira, ver os vegetais e escolher os que gosto mais, os que estou com vontade de comer naquela semana e assim vou levando.

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Se eu pudesse deixar algum conselho pros meus filhos e netos seria: “seja natureba”. A saúde agradece, o meio ambiente também e a vida segue mais leve.

Um beijo! <3

 

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