#socialmedialife: ready, set, action!

Agora que vocês já conhecem a minha trajetória (tem esse e esse post) e de como eu descobri a área de Digital, vou contar um pouco de como isso tudo funciona.

Quando decidi que o Direito não era para mim e que decidi buscar o que eu (e não os outros) queria fazer da vida, fui atrás de algum curso que me desse conhecimento necessário para buscar colocação no mercado.

Fiz o Lab Social Media da Trespontos, um curso totalmente focado em Social Media, ministrado por pessoas que atuam em Digital. Achei muito bacana e recomendo! 😉

Depois de ter estudado um pouco, eu entendo Social Media como um grande gênero, com muitas funções como espécie. Muita gente fala de Social Media quando na verdade está falando de Direção de Arte, Redação, Mídia, Community Management, Monitoramento, Mensuração, Insights, Business Intelligence etc.

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Depois de feito o curso comecei a buscar vagas focadas em community management, ou seja, aquela pessoinha que fica por trás das respostas nas redes sociais, interagindo com o público.

Em paralelo a essa busca de emprego, fui aplicando os conhecimentos do curso nas minhas próprias redes sociais e aqui no blog.

Assim consegui meu primeiro job. Convivi com profissionais da área, participei da rotina de agência e gostei muito da experiência. Dali em diante as propostas de trabalho chegaram cada vez mais, com o passar do tempo fui entendendo melhor os processos e hoje em dia vivo essa realidade.

Falando em agências de publicidade e propaganda, como falei de mercado de trabalho de Direito no outro post, hoje afirmo que são mundos completamente diferentes! Todos os ambientes corporativos tem seus prós e contras, óbvio. Mas os contras, na minha opinião, são muito mais leves do que os contras que eu enfrentava no jurídico.

Para mim, os prós ainda se sobressaem. As pessoas são criativas, o clima é mais leve e mais flexível no sentido de “se portar”, me sinto menos pressionada, menos vigiada e consigo ser mais verdadeira no jeito de levar a vida no mundo corporativo. Me sinto mais à vontade de falar o que penso, de me vestir como gosto e sinto mais ~afinidade~  com as pessoas que trabalham comigo.

Hoje em dia afirmo que vivo muito mais leve por fazer o que eu gosto.

Muitas, mas assim, MUITAS, pessoas comentam comigo sobre minha história e minha coragem por ter largado tudo e começado em outra área praticamente do zero e na sequência dizem que gostariam de ter feito a mesma coisa. O meu conselho? MUDE. Mude sempre. Mude a qualquer tempo. Mude sempre que a vontade bater.

A gente passa 8 horas diárias, durante 30 a 35 anos da nossa vida trabalhando. Nada mais justo com a nossa consciência do que lidar com algo minimamente agradável. A vida é muito curta para ser infeliz e insatisfeito. 😉

Por fim, agradeço por todas as palavras e apoio de vocês, amigos, familiares e leitores.

No que precisarem, podem vir conversar. Nos vemos nas redes sociais! <3

Um beijo!

 

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