Café por aí: Coffee Lab

Depois de muitas indicações de amigos, finalmente fui conhecer o Coffee Lab.

O café fica na Vila Madalena em São Paulo, ambiente super agradável, cheio de folhagens no corredor de entrada e a decoração do interior é bem rústica/industrial. A sensação é de estar dentro de um laboratório mesmo, pelo “maquinário” de café exposto no meio do ambiente, pelo uniforme dos funcionários e pelo estilo da decoração.

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Eu fui conhecer o local em um sábado à tarde e estava bem cheio. Fiquei quase 1h na fila esperando vaga em alguma mesa. Realidades de lugares famosinhos em São Paulo, afinal…  ¯\_(ツ)_/¯

Pedi um sanduíche de pão orgânico, com queijo minas padrão e um café filtrado pelo método Clever. O grão que escolhi era o Catuaí Vermelho do Sítio Alto Ouro.

O sanduíche era INCRÍVEL, um dos melhores sanduíches tostados que já comi (sério!), saiu por R$14 e o café era igualmente incrível, bem leve, doce e um pouco cítrico. Saiu uns R$17.

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Como na maioria dos cafés, o pedido quem faz é o próprio cliente no balcão, ou direto na cozinha, como no Coffee Lab. A água filtrada também é à vonts e todos podem pegar direto de uma torneira/pia, disposta no meio do salão.

Achei o valor dos produtos um pouco alto, mas a experiência e o local muito bacanas. É o tal do valor agregado ao produto que faz o conjunto valer a pena.

Eu voltaria lá pelos grãos especiais difíceis de encontrar nas cafeterias e também pelo atendimento, todos os baristas que conversei foram muito simpáticos, explicaram sobre o grão escolhido, sobre o método de preparo etc.

Levei para casa um pacotinho do Café da Raimunda. Segundo a história do cardápio, Raimunda é funcionária da casa e todos os dias prepara um café com diversos grãos misturados. Gostei bastante, mas não mais do que o Catuaí Vermelho que tomei lá. <3

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Se quiserem conhecer, o Coffee Lab fica na Rua Fradique Coutinho, 1340 – Pinheiros, São Paulo. Para quem aprecia café, o lugar é uma escola sobre café, vale muito a pena a visita! Selo CMC de aprovação! 😀

Um beijo!

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Cafés por aí: Urbe Café

Mais um post de lugarzinho para comer e beber que vocês tanto gostam! \o/

No carnaval saí para almoçar e aproveitei para dar mais um check na minha lista de cafés que pretendo visitar.

Fui com amigos no Urbe Café, super comentado e referência para amantes da cafeína. O Urbe Café fica na  R. Antônio Carlos, 404 – Consolação. 😉 

O local tem decoração ~trendy~ dos cafés daqui de São Paulo: estilo rústico industrial, mesas de madeira, parede de giz, grafite na outra parede… esse mood “descolado e cool” que vocês sabem.

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Para comer, eu pedi um sanduíche de porco desfiado, com coentro, cenoura, numa baguete e acompanhava maionese temperada, tipo um molho tártaro. Achei o preço bom pelo prato servido, o pão era muito crocante e bem recheado.

Meu namorado pediu um hambúrguer de salmão defumado, com cebola roxa, cream cheese e rúcula, no brioche. Era sensacional! De longe, o melhor prato da mesa. Só tenho um ponto específico para falar: o tamanho. O hambúrguer era bem pequeno, confesso que ficamos um pouco decepcionados quando vimos aquele mini hambúrguer chegando. Os lanches saíram na faixa de R$30.

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Minhas amigas pediram massas. Uma foi de ravioli recheado com mussarela de búfala, ao molho sugo, com azeitonas pretas e manjericão; a outra foi de spaghetti de abobrinha ao molho sugo com falafel. Comentário delas: “spaghetti de abobrinha estava um pouco salgado. O ravioli estava ok.” As massas saíram na faixa de R$30 também.

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Para finalizar, pedimos um café coado (❤) com o Grão 01 da casa. Era bem gostoso, “acidinho e doce” do jeito que eles prometem. Minha amiga expert em espresso pediu um e gostou bastante.

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De sobremesa, pedi o bolo gelado de coco. Era uma delícia, mas não achei que valia o preço – uns R$7. E desculpem que esqueci de tirar foto. 😛

Sobre o atendimento, senta que lá vem história…

Quando cheguei no Urbe, logo me interessei pelos cafés em grãos – já que ganhei um moedor e tô amando tomar café moído na hora ❤ -, chamei o barista, perguntei sobre a origem dos grãos, tipos e preços. O barista Murilo me explicou tudo que perguntei e me informou que os Grãos 01, 02 e 03 custavam R$19, R$25 e R$35, nesta ordem.

Na hora de pagar, pedi um Grão 01 e na conta veio custando R$25. Chamei o barista, questionei o valor e o cara não demonstrou o mínimo interesse em resolver o problema, inclusive disse que ele fala o preço a todo momento aos clientes, que eu poderia ter ouvido errado, me confundido e que eu não era obrigada a levar o café.

E detalhe: preço dos pacotes não estava escrito em nenhum lugar – POIS É. Nem no cardápio, nem na parede de giz, nem no display dos produtos. A única forma de se obter (e confiar) essa informação era no boca a boca. Erro rude para um estabelecimento que vende produtos, convenhamos.

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Enfim, foi bem chato. Eu não levei o tal do Grão 01 e digo que, como cliente, a situação ficou bem desconfortável e eu não recomendaria o local, apesar de ter comido bons (não excelentes) pratos e experimentado bons cafés.

Para mim, um bom atendimento vale muito na experiência. Acho que esse tópico vale um outro post de reflexão. Escreverei em breve, prometo. :*

Se vocês forem ao Urbe, já foram, tiveram boas/más experiências, me contem nos comentários. Experiência boa é experiência compartilhada. 😉

Um beijo!

 

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Café por aí: KOF – King of the Fork

Esse é mais um post da série “Café por aí”, série aqui do blog em que conto um pouco da minha experiência em cafeterias que visito.

Fui finalmente conhecer o KOF – King of the Fork, cafeteria comentadíssima pelos cookies e super postada no instagram pela temática de coffee bike em Pinheiros.

O lugar é típico americano-hipster, há um estacionamento para bicicletas na porta, uma mesa comunitária bem grande na parte externa e algumas mesinhas pequenas na parte interna. Os pedidos são feitos no balcão, como na maioria das cafeterias. 🙂

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Adorei a decoração! Gosto muito do estilo industrial, cinza, tubulações aparentes e tal.

Fui em uma quinta-feira tomar café da manhã, eu e meu namorado pedimos um espresso, um macchiato, uma torrada com manteiga, um pão de queijo e um cookie.

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O cookie era bem gostoso. Alto, macio por dentro, bordas crocantes, massa amanteigada e bem recheado com gotas de chocolate. A torrada era ok: pão integral tostadinho com manteiga e manteiga extra para passar na hora. Pão de queijo comum, sem nada demais.

O cookie saiu uns 7 reais, o pão de queijo uns 4 reais e o pão tostado uns 6 reais. O preço do cookie e do pão de queijo estavam numa média em se tratando de cafeteria cool, São Paulo e Pinheiros. O pão tostado eu realmente não achei que valia o preço. Fuén 1.

Sobre o café: há um tempo atrás, um barista me aconselhou a visitar cafeterias e sempre pedir o espresso do local por uma simples razão: a receita é a mesma em qualquer lugar do mundo.

O macchiato era bom, mas o espresso decepcionou: veio frio e ácido. Tivemos que ir até o balcão e pedimos pra trocar, achei um erro meio grave para um estabelecimento especializado em café. Fuén 2.

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Enfim, minhas impressões sobre o atendimento e produtos não foram boas, esperava mais de um café tão comentado por aí. #sinceridades

Se você já visitou o KOF, deixe aqui nos comentários, por favor. Vou adorar saber a opinião de vocês. 😉

 

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Octavio Café e Coffee Lovers

Semana passada o blog foi convidado para participar de um curso ministrado por baristas, o Coffee Lovers do Octavio Café em São Paulo. Eu amei o convite, ainda mais no timing perfeito do Dia Internacional do Café que foi dia 01 de Outubro. 🙂

dia bom de international coffee day, coffee lovers! • ☕❤✨

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O curso foi ministrado pelos baristas Paulinho e Arthur, que trabalham no próprio Octavio Café e foram 3 horas de muita informação sobre café. Eu, mesmo apaixonada pela arte cafeinada, não fazia ideia que o universo do café era tão vasto!

A primeira parte do curso foram exercícios sensoriais de paladar e olfato.

O primeiro, de paladar, foi para aprendermos os três sabores fundamentais presentes no grão de café: ácido, doce e salgado. Vocês sabiam que o amargor é um defeito do café? Pois é… eu achei curiosíssimo!

Além disso, aprendemos a identificar na língua onde estes sabores se manifestam, qual o peso deles, como a bebida se comporta na boca etc… tudo isso para apreciarmos a bebida com o senso crítico mais aguçado possível.

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O segundo exercício, de olfato, foi uma loucura: cheiramos cerca de 20 aromas de gêneros alimentícios e não-alimentícios, todos presentes no grão de café, e tentamos adivinhar de qual fragrância se tratava. Para quem quiser saber mais, procure por “teste Le Neuz”. 😉

O mais louco de tudo isso é perceber que cada um tem uma percepção sobre sabores e aromas. Das 4 pessoas presentes na turma, ninguém chegou às mesmas conclusões que o outro. Por exemplo, no teste de aromas, eu achei que uma das fragrâncias era de madeira e o rapaz ao lado achou que era pepino (!). E pasmem, a fragrância era de ervilha! hahaha

A segunda parte do curso foi bem teórica, cheia de informações sobre espécies, classificações, moagem, sabor, aroma, corpo, retrogosto (aftertaste) etc. Achei mega interessante! 🙂

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A terceira e última parte do curso, foi a que eu estava mais curiosa para aprender: os métodos de preparo! Dentre eles: Chemex, Hario V60, Coador de pano, Sifão (ou Globinho), French Press, Café Turco, Coador de Ouro 24k (sim!) e Aeropress.

Eu sempre vou à cafeterias e fico muito em dúvida sobre o método de extração. Por mais que o barista explique ali na hora, acho importante sabermos as diferenças teóricas entre os métodos, para sabermos escolher melhor o nosso pedido. 😉

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Bom, o café pronto trata-se basicamente de água quase fervente (90 graus) passada pelo pó de café. O que difere um método do outro é o tipo de filtragem e, consequentemente, a superfície de contato da água com o pó.

Por isso, alguns métodos exigem uma moagem mais grossa que outros, para que não passem resíduos para a bebida pronta. Já outros métodos, como o Café Turco (foto da esquerda), não existe filtragem da bebida final, por isso o pó é bem moído/fino.

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Esta etapa do curso foi de degustação do mesmo grão, mas extraído de diversas formas. Acho que nunca tomei tanto café na vida! 😀

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Reparem como muda a cor da bebida final dependendo do método de extração – o sabor delas mudava bastante também! Meus métodos preferidos foram o Chemex e o Coador de Ouro 24k. 😉

Para quem gosta de Café, o Coffee Lovers é um curso rápido, cheio de informações e bom para sabermos escolher melhor nossos cafés do dia-a-dia. Recomendo bastante! 🙂

O investimento é de R$250 e, para mim, vale cada centavo. O Coffee Lovers só aumentou minha paixão pelo café, saí de lá com vontade de me aprofundar mais ainda nos sabores e aromas incríveis que os grãos de café nos oferecem. <3

Espero que tenham gostado e que tenham a oportunidade de degustar ótimos cafés por aí! c[__]

 

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Café por aí: O Café

Há algum tempo, vi esse post e deixei aqui salvo. Essas cafeterias entraram para minha lista de prioridades.

Semana passada fui ao “O Café” para almoçar e conhecer o lugar.

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A começar por essas lâmpadas incandescentes que me encantaram logo que entrei. O local é pequeno, mas bem com espaço bem aproveitado. Achei um charme as paredes em madeira in natura, folhagens e prateleiras expondo utensílios para café.

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Apesar de ser uma cafeteria, o cardápio é bem servido com opções de almoço, café da manhã e lanches. Eles servem saladas, massas, quiches, salgados, tapiocas e sobremesas. E claro, cafés e bebidas preparadas com café.

Para o almoço, eu pedi a massa do dia, um ravioli delícia, com massa de mandioquinha, recheado de presunto parma e queijo brie. Meu namorado pediu uma lasanha à bolognesa.

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Achei o molho bem gostoso, de tomate verdadeiro – fico bem incomodada quando peço massas e o molho é industrializado, parece que perde todo brilho do prato, rs – adorei a massa de mandioquinha e o recheio, estavam saborosíssimos! Essa massa saiu por R$22,90.

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Meu boy também gostou bastante da lasanha (ele pediu a pequena), disse que a massa era leve, era bem recheada e o molho à bolognesa era bem gostoso também. A lasanha saiu por R$23,90.

Quando estávamos almoçando, vi umas quiches com salada passando para as mesas do lado e confesso que fiquei bem curiosa para experimentar! Eles tem opções veganas com abóbora que afff, me conquistou só pelo visual… eu sou vidrada por uma salada (é sério e não estou zoando! hahah)! Em breve pretendo voltar ao O Café para experimentar esses pratos. 🙂

Depois das massas, pedimos um café cada e uma sobremesa: o Tea Cake, bolo queridinho da casa.

O Tea Cake é feito com farinha integral, açúcar mascavo e coberto com doce de leite argentino MA RA VI LHO SO! Sério, comeria litros só do tal do doce de leite argentino, hahah. O Tea Cake saiu por R$11,20.

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Como toda boa cafeteria que se preze, O Café oferece vários tipos de métodos de extração, dentre coados e tipos de espressos. Eu sempre gosto de experimentar os cafés coados, porque gosto do sabor mais suave, mas optei por um espresso carioca, que nada mais é do que o espresso tradicional de 30 ml com mais 30 ml de água.

Achei muito interessante e bem explicado o cardápio de café deles. Os cafés extraídos na máquina vem com a descrição da quantidade de bebida e ingredientes, como o espresso tradicional de 30ml, o carioca que tem mais água, o macchiatto que vai leite etc.

Uma coisa que nos chamou atenção, foi o fato do espresso de 30ml e o de 50ml custarem o mesmo valor: R$4,60. Perguntamos para a barista e ela nos explicou. O café espresso mundialmente tradicional é servido em doses de 30ml, mas o brasileiro está acostumado a tomar doses maiores, de em média 50ml de bebida pronta. Inclusive, já expliquei isso nesse post aqui.

Nós gostamos bastante da proposta de refeições e do próprio café do Café. Vale muito a pena conhecer quem estiver pela região da Berrini. O Café fica na Rua Flórida, 1598, Brooklin – São Paulo. Eles também tem Fanpage no Facebook. 

Espero que tenham gostado! <3

Um beijo!

 

 

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