Seguindo o baile

Já diria Lady Gaga (inclusive em uma das minhas músicas favoritas): It’s been a long time since I came around…

ladygaga

Acabou o BEDA e acabou o blog. Mentira. Não era a intenção, mas foi o que aconteceu.

Eu voltei de férias em setembro e voltei mergulhada de cabeça no trabalho. Gosto muito de trabalhar e isso tem consumido um bocado de tempo da minha vida, por isso o blog ficou abandonado. Precisamos melhorar nisso e não deixar vocês sem conteúdo por tanto tempo, ma bad.

Algumas coisas mudaram por aqui. Algumas coisas que não faziam sentido ficaram para trás, alguns ciclos se encerraram. Tenho vivido dias by my own e com eles tenho aprendido cada vez mais a curtir minha própria companhia: saio para comer algo, para tomar um café, para dar uma volta no shopping, para resolver alguma pendência de casa, para correr no parque, enfim… aquele famoso “seguindo o baile”.

Amadurecer é complicado, mas gratificante ao mesmo tempo.

Eu gosto dessa coisa de envelhecer, sabe? Sou zero apegada à aparência mais nova, tenho 27 anos e gosto de falar que tenho quase 28 (tá chegando, meu aniver é em fevereiro, oras) e cada vez mais estou próxima dos 30. Com muito orgulho. Deus me dibre vibes Adaline – inclusive, recomendo este filme.

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Quando passei por essa situação quando era mais nova e parecia que era o fim da minha existência terrena. E nem foi. E nunca será. A vida sempre continua belíssima, com milhões de oportunidades, com novos ciclos que nos esperam.

Às vezes a gente se desespera um pouco, sofre um bocado, mas no final a gente também aprende que tudo tem seu tempo.

Não sei se esse post fez sentido pra alguém, só sei que eu precisava escrevê-lo.

Prometo voltar antes do próximo cometa Harley passar, tá?

 

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Nós não nascemos em formas de pudim

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Aposto que você chegou aqui porque viu a foto desse pudim todo malemolente que seduz toda e qualquer pessoa.

Mas não é de pudim que vamos tratar no post de hoje.

Primeira consideração que quero colocar para o mundo – e talvez a mim mesma – é de que nós não nascemos em formas de pudim. Ninguém nasce igual ao outro, nem mesmo os pudins. Uns saem mais queimados, outros com mais calda, outros mais furadinhos, outros mais lisinhos, mas todos eles possuem o aspecto doce que os tornam especiais.

A segunda consideração é que cada ser humano, com seus furinhos, lisuras & queimadinhos também tem o aspecto doce que o torna especial. Sem isso o mundo seria cinza, salgado e quadrado. As cores, os sabores e os amores não existiriam.

Uns nascem na fornada dos superdotados, outros na dos criativos; outros na leva comunicativa, outros na da teoria pura e seca. As fornadas de qualidades humanas são tão inúmeras que sequer em escala gigantossaura industrial daria para moldar tantos seres iguais para colocá-los na vitrine.

Portanto, caro mundo, não me exija ter uma maestria nivelada pela dos superdotados, ser teórica como as páginas de uma doutrina, ser perfeita como uma função de Excel, ser um pudim como o que já está na vitrine da padaria.

Do forno onde saí só coube uma forma, com uma receita: a minha.

 

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Uma letra que muda tudo

Hoje eu questionei meu namorado sobre colocar ou não um chaveiro na chave do carro e a resposta dele foi: “porque eu carrego minhas coisas no bolso e você carrega na bolsa.”

Pensando nessa mínima diferença  de UMA letra, fiz essa imagem representando o que eu carrego na bolsa e o que o meu namorado carrega:

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Mulheres e suas complexidades… 

1. Celular: quem vive sem?
2. Maquiagem: necessário. No mínimo uma máscara de cílios.
3. Creme para as mãos porque é ruim a sensação de pele seca.
4. Álcool gel porque é bom ter higiene, né? Hahaha
5. Chaves: todo e qualquer ser humano tem.
6. Caderninho e caneta: eu adoro e não abro mão!
7. Óculos de sol porque além de proteger do sol, o acessório nos deixa lindas! Hahaha

Por que TANTA coisa? hahahah e o pior de tudo é: nós PRECISAMOS de tudo isso, todos os dias.

Tão corriqueiro e ao mesmo tempo tão óbvio!

Algum boy aí carrega coisas demais ou alguma menina carrega coisas de menos? 

:*

 

 

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Voltei de cara nova – e de caneca cheia!

Olá, pessoal!

Depois de um tempo offline, eu voltei com blog novo, nome novo, proposta nova, vida toda nova! 🙂 Hoje apresento pra vocês o Caneca meio Cheia e explico o por quê da mudança.

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Mas por que você deletou o Suchique? 

Como tudo na vida, a gente muda. Com o passar do tempo, achei que o Suchique (tanto o nome, quanto a proposta) não estavam mais adequados com os temas que eu queria abordar. Mas, como tudo o que foi produzido fez parte de mim, importei os posts do Suchique pra cá. 🙂

Por que Caneca meio Cheia?

Fiquei meeeeses a fio pensando em qual seria o novo nome do blog. Queria algo amplo, que me identificasse e que me permitisse falar sobre tudo o que eu gosto. Fácil, não? hahahahah. Quase deixei (de novo) meus amigos malucos pedindo ajuda e, por fim, cheguei nesse nome e criei o novo blog! 😀 

Sobre o nome: eu amo canecas, café, tomar café em caneca, hahaha, e ver a vida de uma forma positiva e otimista é o que procuro fazer sempre, como um exercício diário de resiliência e paciência.

Pois bem. O que teremos de novo?

Quem me segue desde o Suchique sabe, o principal tema que eu abordava era vida saudável e suas vertentes fitness todas: treinos, alimentação, corrida, receitas saudáveis, histórias de emagrecimento etc. Claro que eu ainda pratico “hábitos fitness”, mas meio que peguei um bode de tratar SÓ disso num blog, achei que estava meio boring para mim.

No Caneca meio Cheia quero falar de diversas coisas que gosto e fazem parte do meu mundo (por isso a dificuldade de achar um nome que não me limitasse, hahaha), como comportamento, filmes, músicas, decoração, design, games, tecnologia, moda, beleza, comidas, café e (por que não?) fitness. 😀

As coisas ainda estão tomando forma por aqui e aos poucos vou colocando a casa em ordem.

Estava ansiosa para voltar e apresentar a proposta nova a vocês! 🙂 Espero que agrade bastante, pois estou feliz com a nova cara do blog! Enjoy it! <3

Sobre ser e parecer ser

Parece-me desnecessário ter que dizer em legenda de fotos no Instagram que “hoje foi dia ruim” e pessoas se espantarem com essa afirmação. Todo e qualquer ser humano que habita este planeta tem dias ruins, seja ele quem for. Somos humanos, não máquinas.
Acontece que nesse mundo de relações via redes sociais as pessoas parece que perderam a essência humana e viraram verdadeiras máquinas de esbanjar felicidade, beleza, riqueza e bem estar.
Certa vez me disseram que para eu “crescer” na internet eu tinha que fazer muito mais, mostrar muito mais resultado, pois perfis de pessoas que perderam peso existe aos montes. Oi? Posso ser quem eu sou? Do meu jeito, de acordo com a minha realidade?
É justamente esse o modo de vida “parecer ser”. É família perfeita, é roupa linda, é barriga trincada, é parceria com fulano de tal, é felicidade full time. Eu não gosto de parecer ser alguém, parecer que faço tal coisa, eu simplesmente SOU e FAÇO tudo que está ao meu alcance.
Eu acordo mal humorada, eu morro de preguiça de treinar (principalmente nesse friozinho que vem chegando), eu como pão com manteiga e coca cola quando me dá na telha e assim vou vivendo satisfeita, SENDO E FAZENDO o que me faz feliz.
Que tal vivermos nossos dias bons e os ruins, sem ter que aparecer ao mundo em meras fotos e legendas como esbanjadores de felicidade suprema? Se até o cabelo tem dia torto, por que pessoas não teriam?

Em um relacionamento sério com a respiração

A respiração é um ato involuntário, que fazemos todos os dias das nossas vidas, o tempo todo, desde que nascemos. Com a vida maluca que levamos hoje em dia, quando mal percebemos o estresse já tomou conta do nosso ser e é somente nessa hora que lembramos de respirar para nos acalmar.
Nesse último final de semana fui convidada pela Josie e pela Denise para fazer um treinamento sobre respiração.
E aí você se pergunta: mas ué, respiração? Por que aprender técnicas de respiração se é algo que faço naturalmente? Existe técnica?
Pois é. Existe!
Olha eu ali respirando concentrada! 😉
Essa técnica é chamada de Rebirth, tem ação físico-psíquica, é feita de forma totalmente consciente, proporciona relaxamento e alivia o estresse com mais eficiência e, além de aumentar a capacidade respiratória, ainda serve como técnica de meditação e também para curar alguns problemas físicos como dores, inchaço (pra mulherada que sofre de inchaço: funciona mesmo! Além de tudo é diurética, hahaha), insônia etc.
Aos atletas de plantão e à galera fitness, essa técnica de respiração vale ouro! O pulmão, assim como qualquer outra parte do corpo, quando exercitado corretamente, aumenta em até um terço a capacidade de absorção de oxigênio comparada à quantidade de oxigênio que respiramos normalmente.
Especialmente os corredores – assim como eu – sabem o quanto é importante ter ar e respirar direitinho durante os treinos, não é mesmo? hahaha
Qualquer atividade física aumenta a necessidade de oxigênio, justamente pela demanda de mais energia aos órgãos todos que ficam em pleno funcionamento durante os treinos. Imagina que incrível poder otimizar a oxigenação e respirar mais? 🙂
Bom, o workshop é aplicado pela Josie e pela Denise todo mês, na região do ABC e em São Paulo capital. Quem tiver interesse em aprender a técnica é só entrar em contato com elas para maiores informações! 😉
Espero que tenham gostado!
Um beijo!

Em silêncio

Esses dias fui treinar num sábado ao entardecer, no interior de São Paulo, pois estava passando o final de semana por lá. Como de praxe, separei o material necessário: roupa fitness, tênis, elástico de cabelo, polar, celular, fone de ouvido e #partiu!
Foi um “treino teste” que a nova assessoria me pediu, em que eu precisava correr 30 minutos e ver quantos quilômetros eu percorria, para que o coach me conhecesse melhor quanto ao ritmo, nível de corredora amadora que estou etc. Liguei o app Nike+, coloquei os fones de ouvido e fui.
Eu amo música! Sou viciada, vivo buscando novas bandas, fazendo playlists e mais playlists no iPod para não enjoar das mesmas músicas, penso nos ritmos e nas passadas e por aí vai. É apego total.
Durante o treino, logo indo para o 2km eu senti que algo me incomodava. A respiração estava ok, não estava sentindo dores, nada. Tirei os fones e fui correndo em silêncio.
Cara, que sensação boa! Fui em paz, com o pensamento livre, prestando atenção somente nos sinais que meu corpo dava, como ritmo da respiração, ritmo das passadas, postura, posicionamento dos braços, dentre outras coisas.
Terminei o treino exausta, suando horrores, mas com uma leveza e uma paz interior que eu nunca tinha sentido depois de correr.
Eu lia em blogs que era bom correr sem música, justamente para prestar atenção em tudo que acontece com o corpo durante a corrida. Além disso, é a forma como os corredores mais experientes recomendam fazer, principalmente nas provas e nos treinos de rua (presta atenção nos carros ae, pessoal!). E quem disse que eu conseguia me desapegar dos fones?
Ultimamente ando prestando bastante atenção na minha respiração, não só quando estou correndo, mas no dia a dia mesmo. Respirar corretamente faz uma baita diferença! A gente nem percebe que respira errado porque já é um hábito involuntário que praticamos desde sempre.
Vamos lá ao exercício educativo de respiração! rs. A forma correta é respirar com o abdômen, falando à grosso modo: estufando a barriga quando o ar entra e murchando quando o ar sai – tentem fazer agora. Assim o oxigênio circula melhor pelo nosso sangue e oxigena mais o cérebro, facilitando tanto o trabalho mental, bem como o dos outros órgãos.
Mas por quê respiramos com o peito (caixa torácica)? Porque o ser humano é um bicho preguiçoso e essa forma de respiração gasta menos energia. Reparem no abdômen de um bebê recém nascido respirando… ele estufa e murcha, ou seja, nascemos respirando corretamente, mas a vida nos leva para o caminho da preguiça e cabe a nós ir contra, hahaha.
A Fernanda, uma amiga querida do blog Escolha Inteligente, me marcou numa matéria interessantíssima sobre música e corrida, escrito por ninguém menos que Nuno Cobra, em que ele fala justamente sobre a necessidade de focarmos na prática da atividade física e só. Vale a pena a leitura!
Por essas e outras que muita gente considera a corrida como forma de meditação, pois além de ser um hábito saudável, ainda ajuda a manter a mente sã. Focando nos movimentos corporais, esquece-se os problemas externos. 😉
Olhem só esse vídeo de uma publicidade antiga da Nike – por sinal excelente! -, demonstrando exatamente o que acontece com a gente quando pratica uma corrida.
Ou seja, migus corredores e amadores, respirem direitinho e pratiquem uma atividade física que gostem para ter uma mente sã e um corpo saradão! 🙂
Um beijo!