Voltar a correr is a big deal // BEDA #28

Quem me acompanha há um tempo sabe da minha história de emagrecimento, está tudo aqui no histórico desse bloguinho e nas minhas redes sociais.

Mas, então, eu engordei nos últimos tempos.

Mais precisamente, de um ano pra cá a coisa desandou e eu engordei bem uns 10kg. Dez fucking quilos.

Os motivos são diversos: muito tempo trabalhando sentada na frente de um computador, alimentação errada, hambúrguer com a galera um dia no almoço, sobremesinha depois, deu fome à tarde desço na padaria e compro pão de queijo quentinho cheirosinho, chego à noite em casa querendo comer as paredes e claro, somado a tudo isso, o tempo para me exercitar é quase inexistente e meus treinos foram ficando de lado.

Não existe mágica.

Temos plena consciência de que não fiz por onde e cá estamos eu e minhas roupas apertadas pagando por isso.

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Às vezes me pego rodando o meu feed do instagram e relembrando os velhos tempos de treinos regulares e alimentação correta. Imagina, eu corria 8k de final de semana na boa – e amava. Cheguei a fazer uma prova de 10km no meu auge. Eu era uma atleta amadora.

Tenho duas justificativas para ter negligenciado os cuidados com o meu corpo: tempo curto e depressão.

A gente fica adulto e o relógio encurta. Moro longe do trabalho e perco algumas horas diárias no trânsito, isso me deixa bem insatisfeita e com vontade de me mudar para algum lugar mais perto para ter mais qualidade de vida.

A depressão trato há um ano e meio mais ou menos. Me deu uma brochada geral, sabe? Mas estamos bem, gente. Estamos tratando para que tudo se equilibre good vibes. ✨

Os fucking quilos me incomodam? Claro que me incomodam. Mas, atualmente prezo por uma mente sã e um corpo com gordurinhas a mais do que o contrário.

Quando descobri a depressão, estava com uns 10 ou 12kg a menos, todo mundo me elogiando dizendo que estava “magrinha”. De que adiantava estar magrinha com a cabeça desgraçada?

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Agora que estou de férias, pretendo retomar os treinos e voltar o hábito de me exercitar diariamente. Assim, na boa, aos poucos, sem pressão. Já voltei a caminhar 30 minutos, fiz isso duas vezes. Os próximos passos são intercalar caminhada com corrida e depois seguir correndo direto. Assim que comecei a correr, assim que vou voltar a correr.


Aguardem os próximos capítulos. 😉

 

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O Revival: Meia Maratona em 2017

Faz um tempo que não falo muito sobre o assunto “fitness” em geral, né?A verdade é que ele ficou meio de lado na minha vida.

Parei de me dedicar aos treinos de corrida e mantive um treino ~de boas~ na academia, às vezes corria/caminhava ~de boas~ no parque, tudo tomou um ritmo mais ~de boas~ porque era o que meu momento pedia.

Eu amava correr. Assim como eu, acho que nenhum corredor nasceu amando correr, mas o hábito da corrida ensina o quanto é bom superar limites, entrar em contato com o nosso interior no momento do treino, curtir o pós-treino e a sensação de endorfina rolando. Eu sentia falta de todo esse pacote de emoções que a corrida me trazia e tinha vontade de voltar ao “lifestyle corredor”, mas faltava algo, faltava motivação para sair da inércia.

Aos 26, já aprendi que nada acontece por acaso e em meio a esse mood inerte, minha amiga querida Diana, uma corredora da po***, me convidou para correr uma meia maratona em abril de 2017 com ela. Logo a do Rio de Janeiro. Logo naquela cidade que eu tanto adoro. Logo minha prova-meta. Logo com boa companhia. Logo aceitei o desafio. 

Foi o pontapé que eu precisava para resgatar o pacote de emoções que estava guardadinho dentro de mim: baixei de novo o app Nike+ e dei uma olhada nos meus treinos antigos. Eu corria mesmo! Nessa semana que passou já mudei de unidade da academia pra ficar mais perto da minha casa, mais prático e menos atentador de furar o compromisso.

Já fiz os treinos programados na planilha e tô feliz da vida com a melhor sensação do mundo: dever cumprido comigo mesma. Meu primeiro foco é voltar a correr (velocidade e volume) como eu corria antes, até o final de 2016.

Espero que vocês curtam acompanhar esse revival da corrida e que incentive bons hábitos em todos nós. o/

Vou postando os updates dos treinos aqui, mas o dia-a-dia fica lá no meu Instagram, ok? Me sigam por lá para não perder: @robertaluglio

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Um beijo disciplinado e com o pacote de emoções resgatado! <3

 

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Bio Ritmo x SmartFit: qual vale mais a pena?

Quem me acompanha há um tempo já deve ter visto nas minhas redes sociais que eu treinava na academia Bio Ritmo, unidade São Bernardo do Campo. Por várias questões, tive que sair e procurar uma outra academia. Nessa mudança encontrei a Smart Fit e já faz uns 8 meses que treino lá.

Como já usufrui dos produtos e serviços das duas empresas (não sei se vocês sabem, mas as duas empresas pertencem ao mesmo dono), resolvi escrever um post contando minha experiência e compartilhar aqui com vocês.

 

1. Produto e Serviço 

Primeiramente, o produto entregue da Smart Fit. Tudo o que você encontra é uma sala de musculação com aparelhos disponíveis e um professor para te passar um treino maomeno, para você tocar o barco sozinho.

O professor até fica andando pela academia, mas infelizmente não dá para dizer que ele corrige os alunos, ensina a execução correta dos exercícios etc. Pelo menos nas Smart Fits que eu frequentei, nunca vi os professores super pro-ativos com os alunos. É… :/

É uma academia bacana para quem já treinou acompanhado de profissional e tem noção do que está fazendo.

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(fonte: imagem reprodução)

Já a Bio Ritmo, além do produto entregue, ou seja, uma estrutura cheia de equipamentos de última geração disponíveis para você, ela ainda fornece serviços: aulas rolando o dia todo, de vários tipos de atividades: bike, dança, luta, funcional, yoga, pilates, surf (!!), entre outras.

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(fonte: imagem reprodução)

Além disso, a Bio Ritmo fornece aos alunos alguns programas de treino, conforme o objetivo desejado, chamado Face to Face. Esse sim rola um acompanhamento do professor ensinando a execução correta dos exercícios, do seu lado. É muito bacana, principalmente para quem está começando a treinar e não tem muita noção de musculação. Mas, né… tudo tem seu preço, rs.

 

2. Preço

Falando em preço, a outra diferença crucial entre elas, é o preço. A Smart Fit, “a academia inteligente”, inteligentemente criou somente dois pacotes para você escolher e se matricular. Menos é mais, meus caros. 

Um pacote te permite treinar em apenas uma unidade (na qual você se matriculou, chamado Plano Smart) e o outro pacote te permite treinar em qualquer Smart Fit do Brasil (Plano Black). Os preços variam de acordo com a unidade, mas sempre em torno de 50 a 80 reais/mês. São preços bem honestos para se pagar em academia.

A Bio Ritmo tem diversas tabelas de preço x período de contrato e cada variante altera o preço do pacote. Mas, de forma geral, mensalmente, na Bio Ritmo você deixa no mínimo 200 reais.

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(fonte: imagem reprodução)

 

3. Estrutura

A Bio Ritmo, sem dúvidas, preza por uma qualidade de de aparelhos, equipamento, arquitetura, banheiros, iluminação etc.

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Banheiro de alguma Bio Ritmo (fonte: via)

A Smart Fit nem tanto. Já visitei algumas unidades da Smart e, sinceramente, algumas delas são bem caídas, outras são melhorzinhas – felizmente, a unidade em que eu treino é uma das unidades-modelo do ABC. Bingo! 😀

 

Conclusão

As duas tem suas vantagens e desvantagens, tudo depende de quanto você está disposto a pagar.

Eu estou muito feliz pagando 60 reais para treinar na Smart Fit, pois atualmente é o que cabe no bolso e o que se adequa aos meus objetivos (musculação e corrida). Os meus treinos são prescritos por um personal de fora da Smart Fit. Eu me adaptei muito bem ao estilo de treino dele.

Sinto falta das aulas? Sim, de algumas, principalmente das de spinning. </3

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(fonte: imagem reprodução)

E você, treina em alguma academia dessas? Me conte sua opinião também! 😉

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Em um relacionamento aberto com a corrida

Em 2014 eu corria muito e tinha o maior orgulho de falar sobre e viver intensamente a vibe maluca que é a corrida. Um dia sedentário, no outro um atleta de verdade. É assim que os corredores se sentem.

Sair de casa para correr é quase um ato heroico para provar a si mesmo de que é capaz do que quiser. Era assim que eu me sentia.

Depois de feita a atividade física, bate um mix de dopamina, serotonina e sei lá qual -ina a mais que proporciona um barato muito louco. Bem estar, felicidade, alegria e muitas outras dorgas naturais do próprio corpinho. Era assim que eu me sentia.

Rodar muitos k’s, baixar pace, bater RP, quebrar na prova e muitas outras gírias faziam parte do meu dia-a-dia e hoje em dia não fazem mais. Eu não me sinto mais assim.

2015 foi um turbilhão emocional na minha vida e isso fez com que minha vida atlética fosse afetada também. Mimimi? Alguns dirão que sim. Mas pra mim corrida é vontade, é tesão, é motivação, é inspiração pura. E isso fica muito mais fácil de se conseguir quando o emocional está em dia.

Em meio a trancos e barrancos, fui levando a vida de “corredora”, rodando bem menos k’s, sem bater RP nenhum, com pace confortável e quebrando em muitos treinos. Assim eu e a corrida estabelecemos um relacionamento aberto. Sabem… daqueles que rola quando dá?

Reparem que não mencionei as provas de 2015 e quem me acompanha nas redes sociais deve ter percebido que a quantidade de fotos em provas quase foi zero. Durante o nosso relacionamento aberto, descobri que não preciso de prova para querer correr. A busca por uma vida saudável, correndo ou não, vai muito além de ter uma prova foco e uma planilha a ser cumprida.

Todo esse aprendizado com a nova forma de relacionamento foi difícil, me deixou por muitas vezes frustrada, desanimada, desmotivada, mas foi importante. E digo mais: foi excelente.

Foi excelente para eu aprender que não existem regras e que o essencial é estar em constante movimento, seja ele qual for.

Aproveitando o novo ano, fica aqui uma vontade – acho promessa forte demais – para 2016: voltar a vida de corredora à tona, com muita corrida, treinos, provas, hormônios do bem e os amados quilômetros que me deixavam, acima de tudo, viva.

Aprochegue-se mais e com tênis no pé, 2016! 😀

corrida
Os primeiros 5k de 2016: muita dificuldade, ofegante e com a meta de melhorar nos 10k. 😉

 

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